Espírito Eugênia-Aspásia

25 de março de 2012
 

Os Portadores das Chaves do Céu.

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Benjamin Teixeira de Aguiar
pelo Espírito Eugênia

Eles (e elas) estão presentes em todas as épocas e povos, bem como em todas as disciplinas da ação e do conhecimento humanos. Alguns, todavia, são investidos(as) de maior responsabilidade, constituem, nos dizeres de Nosso Mestre e Senhor Jesus, portadores das Chaves do Céu. O que Eles ligam na Terra é ligado no Céu; o que Eles desligam na Terra é desligado no Céu… (Mateus, 16:19) E, feliz ou infelizmente, isso nada tem diretamente a ver com hierarquias religiosas constituídas conforme convenções do domínio material de existência, como o Próprio Cristo da Verdade o explicitou a Pedro, na passagem supracitada, contrariando o estabelecimento de poder religioso judaico de sua cultura, época e lugar.

A complexidade do assunto prossegue em níveis mais avançados, como é notável em irônicos casos qual o de Joana d’Arc, grande Alma Investida de Poder pelo Alto, condenada e executada por uma hierarquia terrena que se dizia herdeira do “trono de Pedro”, quando Ela havia sido o pivô da reviravolta numa guerra sanguinária que já durava um século aproximado.

Tais personalidades, incluindo as mais bem-dotadas de faculdades que lhes endossam a falar e agir, em nome de Deus (ainda que com respeito à falibilidade humana), fazem, paradoxal mas compreensivelmente, todo esforço para tornarem-se humanas diante do olhar de seus irmãos em humanidade (mesmo porque são seres humanos, com Chancela sobre-humana), empenhando-se, na prática sincera da humildade, por parecerem normais, comuns – o que não são, entretanto, embora, tragicamente (desastre cármico para aqueles que são autores deste movimento contra elas), sejam marginalizadas pela maldade, ignorância e inveja humanas. Até o Mestre dos Mestres tentou “fazer pouco caso” de Si-Mesmo, dizendo que nada podia fazer sem o Pai – claro: porque Ele estava continuamente Ligado ao Pai (risos) (João, 5:19 e 5:30).

Neste mundo coalhado de oportunistas e arrivistas criminosos, o Cristo Jesus nos concedeu a chave mestra para que se distingam os genuínos dos “falsos profetas”: “Conhece-se a árvore pelos frutos” (Mateus, 7:15-20). Os Enviados das Alturas são marcados pelo extraordinário. As Autoridades Celestes subscrevem suas obras e sua passagem pela Terra, por diversos modos – em alguns casos, de maneira menos excepcional; em outros, de forma mais ostensiva. E esta Assinatura do Céu ocorre tão mais ou menos obviamente, conforme o grau de necessidade de corroboração das ações e falas de determinados missionários em Nome da Divindade, provisoriamente encapsulados em corpos físicos, pois alguns são destinados a facear maior número e qualidade de resistências psicológicas e culturais de seu meio, o que se pode denominar de preconceitos e cristalizações de maus hábitos, individuais e coletivos.

Afirmar-se isso ou aquiloutro, em benefício próprio, é fácil e livre, e loucos quanto facínoras, movidos pelas mais vis intenções de manipulação da boa fé alheia, podem fazê-lo, enquanto Deus o permitir. Observe-se, porém, criteriosamente, a biografia dos indivíduos que sejam autênticos Porta-Vozes do Alto, e não haverá dúvidas sobre o maravilhoso que os acompanha: as Graças de Deus que transbordam em sua volta, por todos que os respeitam pelo Que representam, ainda que este respeito seja mínimo. E muito mais bênçãos são transbordadas nas vidas das criaturas que os circundam, quanto mais se fizerem elas empenhadas em colaborar com a Obra que lhes não pertence, mas aos Anjos que os enviaram à dimensão física de vida, em Nome de Deus.

Teresa de Lisieux ralhava com Jesus. Chico Xavier dizia-se profundamente vaidoso e um “Cisco” Xavier. Outra Tereza santa, de Calcutá, declarava duvidar da existência do(a) Criador(a), mas servia-O(A), dia e noite, na pessoa dos seus semelhantes, como o faziam, cada qual a seu modo, os dois primeiros.

Não nos impressionemos com as palavras sinceras d’Aqueles que não querem ser vistos nem tratados como objeto de culto – o que está certo: só Deus merece culto, e a Ele-Ela todos devemos o culto da veneração consciente, que se manifesta em oração transformada em atos solidários pelo bem comum. Mas, por eles agirem como sua natureza superior os impele a agir, não nos tornemos inconscientes do que devemos fazer por cooperar com a Tarefa destes vivos representantes das Forças da Vida, assim como magistrados e políticos, no plano físico, representam o Estado, ou médicos e farmacólogos, em certa medida, fazem-se missionários da saúde para muitos.

Fiquemos alerta, neste particular, sobremaneira porque os mais genuínos predestinados das Alturas, embaixadores encarnados das Faixas Espirituais da Sabedoria e do Amor, por representarem vetores evolutivos das comunidades em que são inseridos, pelos mecanismos reencarnatórios, costumam passar por escandalosos contraditores dos costumes, das ideias e mesmo da moral dominante de seu tempo – ou não seriam legítimos vetores de evolução geral, e, sim, componentes da época e do padrão médio de valores das sociedades em que renasceram, não podendo agir nem funcionar, portanto, como emissários do Céu, que, quando lídimos, necessariamente se opõem a viscerais vigas do “status quo” de seu tempo, para fomentarem o futuro evolucional das comunidades humanas, que eles antecipam em si mesmos.

(Texto recebido em 24 de março de 2012.)


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