Benjamin Teixeira de Aguiar

1 de novembro de 2011
 

Como Agir Psicologicamente Correto, Quando se Percebe Conduta Notadamente Errada, em Si Mesmo.

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Benjamin de Aguiar
e o
Espírito Eugênia.

Muito raramente, costumo invocar a Mestra estimada (o Espírito Eugênia), para assuntos íntimos, sejam meus ou de terceiros. Ela é quem amiúde os provoca, de moto próprio, como acontece publicamente em nossas palestras – o que está registrado, parcialmente, nos “links”: “Evidências de Imortalidade da Alma” e “Principais Evidências de Imortalidade da Alma”.

Entretanto, confabulando com a adorável Orientadora, recentemente, surgiu ocasião de tratar de assunto que julgava mais delicado – provavelmente inspirado por ela mesma. Segue-se abaixo o breve diálogo que travei com Eugênia e o igualmente ligeiro comentário que me senti no dever de acrescentar, na intenção de elucidar um ponto menos óbvio (aos que não conheçam muito da matéria psicológica) da sucinta resposta da ilustre Preceptora desencarnada.


Consulta ao Espírito Eugênia:

(Benjamin de Aguiar) – Eugênia, você teria algo a dizer a (…), sobre a crise que ele sofreu ontem, para que não repita o comportamento indesejado?

(Espírito Eugênia) – Não menosprezar as forças do mal, dentro ou fora de nós mesmos, ainda que se afigurem de porte insignificante. Por outro lado, não devemos também supervalorizá-las, julgando que não as podemos enfrentar e, com a ajuda de Deus e Seus Representantes, vencê-las. Faceá-las, com firmeza e pragmatismo – é a regra de que não nos podemos evadir –, tomando deliberações persistentes e objetivas, no sentido de contorná-las, superá-las, absorvê-las construtivamente, ou mesmo eliminá-las de nossas existências ou, se necessário, contê-las, quando não há outra forma de administração de uma crise.

Devemos ainda nos recordar de que a civilização foi edificada sobre as bases da contenção dos instintos bestiais do ser humano primitivo, e de que, a posteriori, com o refinamento da cultura, tanto quanto das esferas psicológica e espiritual de pessoas e comunidades, assistimos ao espetáculo nobre da transmutação e aplicação construtiva das paixões e sua impulsividade primordial, com vistas à felicidade de indivíduos e povos.


Comentário do Médium:

O pudor de Eugênia em utilizar os verbos “eliminar” e “conter” (por isso deixando-os como última medida de solução da questão de comportamento posta em foco de análise) manifesta sua intenção de evitar o conceito e a prática da repressão psicológica, que não indica solução definitiva de um problema, e sim, muito pelo contrário: um adiamento acrescido de gravidade para o futuro, porque o que é reprimido (e, assim, lançado ao fundo do inconsciente) degenera e aumenta sua pressão psíquica, para encontrar meios de expressar-se na consciência, acabando por “explodir” a tampa da panela do comportamento “nos momentos menos adequados” – uma recorrente lamentação entre nós, seres humanos pouco integrados e amadurecidos psicologicamente.

Todavia, quando uma força claramente malévola espocar desgovernada na conduta, precisamos impor-lhe aprisionamento imediato, até que se tomem decisões mais ponderadas sobre o que com ela fazer. Liberar impulsos, principalmente destrutivos, jamais. Educação, transmutação, canalização – o que se queira fazer –, mas jamais compactuar com as forças do mal.

(Psicografia e comentários redigidos, respectivamente, nos dias 29 e 31 de outubro de 2011.)


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