A “Blonde Venus” sergipana Thaïs Bezerra

18 de agosto de 2011
 

Benjamin de Aguiar Concede Entrevista à Jornalista Thaïs Bezerra (*), sobre o Evento Maria Cristo 2011.

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Os componentes da Equipe que ele lidera chamam o Instituto Salto Quântico de “A Casa dos Impossíveis”. Neste domingo, 14, por exemplo, o programa Salto Quântico sobe para o horário nobre do meio-dia de domingo, em Rede Nacional de televisão, pela CNT. No domingo passado, 7, sua palestra semanal lotou o Espaço Emes, e no final deste mês, 28, estará ele capitaneando o “Maria Cristo 2011”, apresentado por esta jornalista.

(Thaïs Bezerra) – O Evento Maria Cristo deste ano, como do ano passado, tem uma garantia surreal: a “descida de Maria Santíssima”, em Espírito, sobre a Festa.

(Benjamin de Aguiar) – Primeiramente, Jesus disse que onde dois ou mais estivessem unidos, em Nome d’Ele, Ele Se faria presente (Mateus, 18:20). Por que Sua Mãe não poderia fazer a promessa de Sua visita entre nós, uma vez ao ano, se tantos milhares vão até lá, para ouvi-l’A e senti-l’A? Em segundo lugar, existe algo de extraordinário e mais surreal ainda acontecendo em nossa Organização, que lastreia esta afirmação tão ousada: os participantes de nossas reuniões mediúnicas, enquanto as frequentam, não desencarnam, em 20 anos de existência desses nossos grupos. São centenas de pessoas a sofrerem acidentes de trânsito espetaculares ou enfermidades potencialmente fatais que saem incólumes de todas as provações (acidentes e enfermidades próprios a todo agrupamento humano de porte médio, no correr do tempo).  Fere completamente a Lei das Probabilidades, como se pervertesse os princípios matemáticos e da lógica.

(TB) – Você poderia explicar melhor isso?

(BdA) – Agrupamentos menores, de algumas dezenas de componentes, veem gente morrer, várias vezes, em espaços mais curtos de tempo: isso é natural – é da lei da vida. Um professor de infância e juventude apresentou um exemplo mais claro do princípio que expendemos e que pode ser observado em qualquer parte: ele trabalha, há menos de sete anos, num colégio com centenas de crianças e adolescentes. Pois bem: no espaço desses seis anos e meio, três crianças morreram, e, quanto a funcionários adultos, ele perdeu a conta de quantos passaram para a Outra Vida. Isso, não porque haja mais mortes nessa escola em particular, mas, sim, conforme dissemos acima, porque, em toda aglomeração humana que ultrapasse a cifra das dezenas de integrantes (muito mais quando chega à casa das centenas, como é o caso de nossa Instituição), é impossível que alguém não haja morrido em vinte anos!

(TB) – O que isso significaria?

(BdA) – Uma Assinatura de Deus. Todo religioso honesto, de qualquer definição religiosa, sabe que a hora da morte e todos os assuntos a ela relacionados dizem diretamente respeito a Desígnios Divinos. Isso não tem precedentes. A Divina Providência está querendo evidenciar alguma coisa com isso, não é?

(TB) – Esta afirmação – da não morte de tanta gente em duas décadas – você baseia em quê?

(BdA) – No testemunho de dezenas de pessoas idôneas, profissionais no topo de suas carreiras (vários deles), que teriam muito a perder em se expor, endossando assertiva tão inverossímil, e que já subiram ao palco de nossas palestras domingueiras (118 no primeiro dia), para afirmar, diante das câmeras (tudo exposto publicamente em nosso site), com o apoio de inúmeros exames médicos e registros fotográficos de estarrecer, que nunca viram ninguém, enquanto participa de nossas reuniões mediúnicas, desencarnar. O mais curioso de tudo, para mim: não se exige a fé de ninguém. E, para tornar mais agudo o surreal: os fenômenos mais excepcionais acontecem mais frequentemente com os mais céticos. Nenhuma religião ou linha espiritualista apresenta isso, nem apresentou no passado: a dispensabilidade da fé. Fica claro que não se trata do poder da mente dos indivíduos envolvidos, e sim de uma Interferência Superior: A Mão de Deus…

(TB) – Dia, horário, local.

(BdA) – Domingo, 28 de agosto, às 18h, no ginásio Constâncio Vieira, entrada franca.

(Nota publicada no Jornal da Cidade, Aracaju/SE, em 14 de agosto de 2011.)

(*) Remetendo a outro ícone imortal e emblemático, Marlene Dietrich, musa-deusa do cinema antigo, é assim que é conhecida a ultraprestigiada jornalista, lenda viva do colunismo social sergipano: Thaïs Bezerra, com inacreditáveis 32 anos de carreira, geminados (ninguém sabe como) a um corpo-escultura de adolescente. Políticos, empresários, acadêmicos, VIP’s de todas as categorias reverenciam a poderosíssima “Blonde”, que passa incólume a todas as crises, sempre irradiando alegria, otimismo e fé. Como diz nosso líder, canal do Espírito Eugênia, Benjamin de Aguiar: “Médium mística do inconsciente coletivo de Aracaju, Thaïs é uma prova viva de como se pode ser canal do bem em qualquer latitude profissional, encarnação rara de lealdade aos amigos e de determinação pessoal inamovível”. Thaïs publica, desde 2005, semanalmente, notas sobre o Instituto Salto Quântico. Aqui passarão elas a ser também trazidas a lume, para que o Brasil e o mundo conheçam a mulher que mudou a face social e emocional da capital de Sergipe d’El Rey, “Coração do Coração do Mundo”, com seu famoso jargão: “Aju é um baile, com chuva ou com sol”.




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