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(Um Caso de Projeto Ômega)
Benjamin de Aguiar, Havia acabado de chegar a casa, de um longo – porque varamos a madrugada – sarau mediúnico, digamos assim, em que recebi mensagens de caráter pessoal para 11 componentes de nossa Organização (alguns integrantes da Equipe Diretiva), além de outras orientações, de cunho coletivo. Ao todo, 103 dados (2) a que, de modo algum, eu teria como ter acesso (o que era óbvio não só para mim, que me fazia canal consciente – e é correto que assim seja – de tudo que se passava em torno e através de minha pessoa, mas, igualmente, para quem era destinatário das missivas faladas do Além-túmulo), num encantador espetáculo de evidências da imortalidade da Alma e da generosa Assistência a todas as áreas de nossas vidas, que os bondosos Guias Espirituais nos prestam, dirimindo-nos dúvidas íntimas, confortando-nos em nossos conflitos e dramas ocultos, com lúcida inteligência e espírito de caridade terna. Terminava de lavar o rosto e as mãos, quando ouvi um ruído de chacoalhar delicado de medalha e corrente (das que se usam dependuraras ao pescoço), e então percebi, logo mais, a imagem e presença dela… Amélia (1) apresentou-se, sorridente e radiosa, em ótimo aspecto – os anos pareciam não lhe ter passado: 20 anos desde seu desencarne, ela própria, na época, contando vinte de idade. Pediu-me para ligar o computador, porquanto fora autorizada a enviar uma “Carta Aberta aos Encarnados”, pelos Mentores desencarnados da Casa. A boníssima Mestra Espiritual Eugênia, consultada por mim, confirmou-me a informação – lamentavelmente, nós, médiuns, devemos tomar tais precauções, em lidando com a Outra Dimensão de Vida, prenhe de complexidades e perigosos meandros, não só externos, como interiores à própria psique do medianeiro, até para os mais experimentados, no intercâmbio entre os “dois mundos”. Seguem-se as palavras da doce, graciosa e bem-humorada moça do Plano Sublime, que a todos encantou enquanto viveu neste âmbito carnal de existência, deixando uma marca de impacto e saudade impreenchíveis nos que a conheceram e amaram. Continue lendo Foi postado, hoje, com o título acima, novo artigo de autoria de Aline Rangel, Psicóloga Junguiana e Diretora de Docência de nosso Educandário Espiritual. Para conferir, basta acessar nosso Blog, clicando aqui.
Equipe Salto Quântico. Foi postado um belíssimo vídeo, produzido por Sergio Silva Santana, com o título acima. Para conferir, basta acessar nosso Blog, clicando aqui. Equipe Salto Quântico. (Testemunhos de Dra. Ana Cristina Sá, Médica Clínica Geral, e Dra. Aline Rangel, Psicóloga Junguiana, concedidos na Reunião Pública Domingueira da Instituição, em 26 de junho de 2011.) Instruções para realizar o download: clique aqui.
Benjamin de Aguiar, (Benjamin de Aguiar) – Eugênia, adorada Mestra, Você nos poderia elucidar esta questão que fere a muitos: de indivíduos mais velhos, sejam heterossexuais ou homossexuais, envolverem-se com pessoas mais jovens? Sou casado com um homem 18 anos mais novo, completando dois anos de um relacionamento muito feliz, nesta semana. Nunca trouxe a público esta temática, como um estudo com Você ou Outros dos Mestres Espirituais – a não ser pincelando-a aqui ou ali, em falas dispersas –, porque a julgava por demais pessoal. Agora, contudo, penso o contrário: por vivenciar esta experiência, conheço melhor o assunto e provavelmente poderei filtrar a Fala do Plano Sublime com melhores condições, visto que os preconceitos constituem matrizes de triagem que prejudicam a recepção do pensamento da Espiritualidade Amiga. Entre gays, há um agravante nessa “imagem negativa” ante o vulgo: o de dizer-se que os mais jovens são “induzidos” à homossexualidade, pelos parceiros mais velhos; que estes, mais experientes, estão-se “aproveitando” dos mais novos, etc… Não faço alusão aqui à abordagem de menores, mais séria ainda, e totalmente fora de nossas cogitações nesta consulta que Lhe dirigimos – a Organização Mundial de Saúde deixa bem claro que fica caracterizada a pedofilia apenas quando o(a) abordado(a) tem menos de 13 anos. No meu caso, envolvi-me com meu “príncipe encantado” à época em que ele contava 19 anos de idade, consorciando-nos formalmente quando estava ele a dois dias de completar 21. Você poderia nos dizer alguma coisa a respeito? (Testemunho do Arquieteto Frank Teixeira, na Reunião Pública Domingueira da Organização do dia 26 de junho de 2011.) Instruções para realizar o download: clique aqui. |
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