Benjamin Teixeira de Aguiar

14 de fevereiro de 2011
 

A Dama Impoluta, e Seu Jardim-Pomar.

(Registros da Mediunidade – 23.)

Benjamin de Aguiar
e o
Espírito Eugênia.

Introito Explicativo:

Estávamos Delano e eu apenas, em nosso Culto do Evangelho das 18h, pouco antes do início (às 19h30) da reunião pública de domingo (Wagner já se encontrava no Iate Clube, apetrechando equipamentos eletrônicos para transmissão audiovisual da palestra, com a eficiente equipe de produção do evento semanal), quando a sábia e doce Eugênia pediu-me que A descrevesse ao irmão do espírito que me acompanhava, enquanto eu digitava ao computador.

Segue-se, abaixo, o curioso resultado do trabalho mediúnico, que fundiu psicografia, psicofonia, psicovidência, psicoaudiência e um pouco de projeção – que entendo como projeção mental (e não do perispírito), porque continuava senhor de meu corpo físico, embora me sentisse, parcial e concomitantemente, no outro ambiente, em que Eugênia “deslizava”, de tão graciosa e elegante.


A Experiência:

Vejo a adorável Mestra Espiritual Eugênia trajada à antiga – quero dizer: à clássica, com bela saia-balão, tingida de vermelho vinho, em contraste vivo com sua pele nacarada –, caminhando pelas adjacências de seu templo-escola na Outra Dimensão de Vida, que é circundado por magnífico jardim-pomar. Ela me interroga:

– Você tem saudades de vir aqui comigo, não é verdade?

– Sim – respondo-lhe –, há muito que não me traz aqui.

– É que você acha injusto vir sozinho. Então, partilhemos nosso passeio. Por isso pedi que registrasse ao computador a experiência que vive à distância, verbalizando o que vê, simultaneamente, a seu irmão do espírito Delano; e, a posteriori, avaliaremos juntos quais trechos serão passíveis de publicação.

Eugênia caminha como que se deslizasse, por uma vereda de pedra branca, que me parece mármore, entre o jardim de flores multicolores. Volta-se para trás, de vez em vez, e observa-me com olhar terno e amoroso de mãe. E diz, distendendo sua alva mão esquerda para o que existe desse mesmo lado do jardim:

– Estas são, simbolicamente, minhas flores improdutivas ou contraproducentes: as plantas que ainda só florescem, mas não frutificam, embora consumam adubo, irrigação e trabalho dos jardineiros. Representei-as à minha esquerda, porque este lado, alegoricamente, alude a tudo que provém do campo sombrio do ser e da existência humanos, afigurando-se inútil ou mesmo prejudicial, num primeiro momento, mas que, se cuidado da maneira correta e pelo tempo indispensável, com as mesmas adubagem, rega e poda a que me referi, indiretamente, acima, virão, um dia, a ser extremamente férteis.

Ainda nos conduzindo, mimosa mas seguramente, como se fosse uma sinhá-moça e uma majestade a um só tempo, ela estende, desta feita, sua destra para o lado direito da pequena trilha e acrescenta:

– Estas são as plantas que não só apresentam folhas verdejantes (oferecendo sombra e flores coloridas, a nos encantarem os olhos e exalarem fragrâncias agradáveis, enternecendo-nos os sentidos), mas, outrossim, já nos ofertam seus frutos saborosos e substanciosos. São os meus filhos que atualmente se fazem produtivos para o bem, são os meus pupilos que presentemente aplicam a si a mensagem da sabedoria, tornando-se espelhos vivos da bondade e do esclarecimento divinos onde estão, com quem se encontram, não importando se gostam ou desgostam de pessoas ou lugares, servindo sempre, sem esperar retribuições humanas ou recompensas do Céu. É isso que espero de todos, porque é o que deseja o Self de cada um, aqui representado, simbolicamente, à direita de minhas passadas: a maravilhosa vivência da ventura por meio do serviço prestado com alegria, a solidariedade ativa, criativa e vivida com felicidade e amor!

(Textos escritos e recebidos no dia 6 de fevereiro de 2011.)


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Se você está fora de Sergipe, pode assistir à palestra de Benjamin de Aguiar, ao vivo, aqui mesmo, pelo nosso site, mediante uma colaboração simbólica, destinada à manutenção dos equipamentos utilizados na transmissão via internet. Para acessar-nos, basta que venha até cá, às 19h30 de domingos, horário de Aracaju (20h30, no de Brasília), e siga as instruções aqui dispostas no próprio domingo, em postagem específica. (Lembramos que a entrada, para quem quiser assistir presencialmente, é gratuita.)




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