Benjamin Teixeira de Aguiar

4 de fevereiro de 2011
 

O Perigo da Falta de Pontualidade na Realização de Cultos do Evangelho e o Curioso Fenômeno Múltiplo das Ditas “Entidades”.

(Registros da Mediunidade – 22.)

Benjamin de Aguiar
e o
Espírito Eugênia.

Estava terminando de enviar um e-mail, quando a dúlcida voz de Eugênia ressoou-me à mente, chamando-me ao Culto do Evangelho (eu desligara o despertador celular e faltavam três minutos para o horário da realização de nosso segundo Culto do dia – fazemos, em nosso lar, às 3h, às 15h, às 18h e às 23h).

Apesar de estar com o computador aberto à minha frente, e já utilizar este meio para psicografar desde 1994, a Mestra desencarnada, para grafar as palavras que se seguem, pediu-me papel e lápis grafite – tenho-os sempre à mão, como também esferográficas (Padre Gustavo Henrique, por exemplo, prefere tais canetas), dispostos sobre a mesa de minha sala mediúnica (um cômodo reservado ao contato com a Espiritualidade Amiga, em nossa casa), para atender prontamente os Orientadores desencarnados, quando mos solicitam.

Depois do grave alerta, sobre as implicações de não se ser pontual na realização dos Cultos, que partilho com os amigos condiscípulos da Escola Eugeniana de Pensamento Cristão-Espiritual, provoquei a grande Professora, já digitando ao teclado, acerca de assunto bastante curioso, consulta esta que segue transcrita logo abaixo da primeira orientação da Sábia desencarnada.


(A primeira parte, manuscrita a grafite:)

“Comecemos logo o Culto. As entidades sofredoras ficam nervosas, quando atrasamos, porque seu sofrimento, não raro, é grande, e os tratamentos posteriores, amiúde, dependem da conclusão do Culto, com que são preparadas, espiritualmente, a maior receptividade terapêutica – seja medicamentosa ou psicológica.

Eis, então, o motivo de mal-estares ‘inexplicáveis’ que se dão com os próprios encarnados, com atrasos nessa prática bendita, pois que começam a se intoxicar com as energias e padrões mentais deletérios dos visitantes infortunados de nosso Plano de existência.”


(O breve diálogo posterior:)

(Benjamin de Aguiar) – Querida Eugênia, posso lhe fazer uma pergunta, “em cima” do que você disse?

(Espírito Eugênia) – Às ordens.

(BdA) – Você tornou a utilizar a palavra “entidade”, que nós preferimos evitar, em nossos círculos de estudo, para não nos distanciarmos de seres humanos, como nós, que apenas estão desvestidos de corpos físicos. Poderia nos esclarecer por que aplicou o verbete?

(Espírito Eugênia) – Muito boa pergunta. Aguardava-a, há muito tempo. Mesmo porque você já se percebeu impelido a articular o vocábulo, sob nossa influência, inclusive em público, perturbando-se (embora brandamente, e atribuindo-o a falha de filtragem mediúnica de sua parte, por antigos condicionamentos linguísticos do meio espírita convencional), sem que ninguém nos tivesse interpelado a respeito, inclusive você.

Primeiramente, utilizamos a palavra em respeito ao cepticismo de muitos de nossos leitores, excessivamente identificados com seus corpos físicos, que não conseguem sentir espíritos como seres idênticos a eles. Não queremos comprometer sua espontaneidade no transcurso da realização do Culto e tampouco lhes criar conflitos contornáveis, que, eventualmente, os levassem a se afastar da prática salvadora.

Segundo, porque há forças psíquicas equivalentes a espíritos desencarnados, mas que não são inteligências livres e imortais como nós o somos, e sim constituem aglomerados mentais – sejam emanações psíquicas deletérias de encarnados ou desencarnados, que adquirem pseudopersonalidade-autônoma, ou ainda “almas de grupos” ou “mentes coletivas”, que estariam no capítulo do que Jung denominou de “inconsciente coletivo”, mas em medidas menores, como, digamos: “células” do inconsciente coletivo. Famílias, instituições religiosas, empresas, repartições públicas, grupos de amigos, assim como cidades, nações e comunidades linguísticas têm estas “supermentes” a que autores esotéricos fazem referência há mais de século, nominando-as de formas variadas, das quais as mais comuns aqui destacamos: “egrégoras”, “psicosferas” ou ainda “master minds”.

(Textos redigidos e/ou psicografados em 1º de fevereiro de 2011.)


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Se você está fora de Sergipe, pode assistir à palestra de Benjamin de Aguiar, ao vivo, aqui mesmo, pelo nosso site, mediante uma colaboração simbólica, destinada à manutenção dos equipamentos utilizados na transmissão via internet. Para acessar-nos, basta que venha até cá, às 19h30 de domingos, horário de Aracaju (20h30, no de Brasília), e siga as instruções aqui dispostas no próprio domingo, em postagem específica. (Lembramos que a entrada, para quem quiser assistir presencialmente, é gratuita.)




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