Espírito Lucas Desiderium

13 de dezembro de 2010
 

Os Fujões das Obras da Espiritualidade Maior (os piores tipos de desertores), na Visão do Grande Mestre Espiritual Emmanuel, pela psicografia de Chico Xavier (que era por Ele guiado).

(Estudando Jesus e Emmanuel – 08.)

[Observe que a personagem da gravura acima, ilustrativa deste artigo mediúnico do ínclito Irmão Lucas, dá as costas à Luz, enquanto fita os quadros criados por sua mente adoecida, pelo distanciamento das Fontes autênticas desta mesma Luz – a Luz Divina. Nesta circunstância, a pessoa acaba por ter a própria imagem psicológica “teratologizada”, convertida num monstro mental refletido no “espelho da janela”, já que, “filtrando” as impressões observadas do outro lado do vidro de suas características psíquicas enfermas não reconhecidas, torna-as todas, como ela própria, “monstruosas”... Uma tragédia lamentavelmente muito comum. (Comentário do Espírito Eugênia, canalizada pelo mesmo médium coautor deste artigo.)]

Benjamin de Aguiar
pelo
Espírito Irmão Lucas.

Volta e meia, contemplamos o fenômeno da deserção, prenhe de justificativas pouco fundamentadas (só bem lastreadas para os próprios desertores), em torno das Obras legítimas do Bem. Emmanuel, Guia luminífero de Chico Xavier e da Pátria brasileira, em matéria de Evangelho, dirigindo-se aos fujões, na tentativa de caridosamente demovê-los de seus intentos desastrosos, fala, com clareza, sobre este tópico, tão lamentável quanto comum, em Organizações sérias vinculadas à Luz Divina, tanto mais, quanto mais próximas de representarem a Deus na Terra Estas estiverem:

“Arrostas tentações na seara do bem que te ampara contra os arrastamentos ao mal; no entanto, se desertas do encargo que te coube na obra de apoio aos semelhantes, exporás o coração em deplorável temeridade, ao ataque das trevas, já que te retiras da cobertura espiritual que te garante a segurança possível.” (*)

Palavras, entretanto, infortunadamente lançadas ao vento, quase sempre, porquanto, ao ouvi-las, supersticiosos quão presunçosos, alguns desavisados se persignam ou fazem preces ligeiras, julgando-se dispensados dos compromissos a que se vincularam na véspera (e antes do berço), apenas porque alguns interesses seus ou de seu ego foram feridos. Como os alcoólatras e viciados em geral, esses incautos provavelmente leem alertas que tais e dizem, de si para consigo, ou para quem os interrogue sobre o que têm em resposta: “Sim, mas isso não se aplica a mim: eu não sou um desertor, não traí ninguém nem Causa alguma”, já longe da Casa a que diziam estar ligados, sem notarem o ato de quase loucura em que se introduzem…

Logo mais, no além-túmulo, estarão deplorando, horrendamente, em remorsos candentes, o desvio de rota a que se entregaram, com total descaso à Ordem Superior a que se jungiram, antes mesmo de renascer, e a Que juraram, com pés firmes, jamais trair e abandonar…

De fato, traem e abandonam… a si mesmos… à sorte de quem segue no mundo, sem o apoio do Alto… visto que, para encerrar com as próprias palavras do Mestre Emmnanuel:

“Provavelmente, estaremos atravessando crises e empeços nos caminhos da luz, mas se nos ausentarmos voluntariamente da luz, para acomodar-nos com a sombra, decerto que a nossa situação, em qualquer terreno, se fará pior.” (*)

(Texto recebido em 11 de dezembro de 2010.)

(*) Trechos do capítulo 21, intitulado “Longe da Luz”, ínsito na obra “Paz e Renovação”, psicografia de Chico Xavier, em nome do Espírito Emmanuel.
(Nota da Equipe Salto Quântico)


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