Benjamin Teixeira de Aguiar

7 de dezembro de 2010
 

Julian Assange Preso – Diálogo Curiosíssimo com o Espírito Eugênia (relacionado à outra consulta feita à Mestra Espiritual, trazida a lume ontem).



Benjamin de Aguiar, em diálogo
com o Espírito Eugênia.

(Benjamin de Aguiar) – Querida Mestra, vou verbalizar o que paira na cabeça de inúmeros dos nossos condiscípulos da Escola da Sabedoria e da Felicidade: Julian Assange foi preso exatamente hoje, terça-feira, 7, quando publicamos o diálogo que você travou com Delano, no domingo próximo passado, em que você indicava o inacreditável de o fundador da WikiLeaks ainda não ter sido morto, com tantas agências e organismos internacionais à sua caça, como indicativo de Proteção Divina à sua polêmica missão – não necessariamente nestas palavras. Já se está especulando em sentença capital para ele, nos EUA, por manobras jurídicas complicadas de Direito Internacional. Teria algo a nos dizer sobre isso?

(Espírito Eugênia) – Agradecida pela oportunidade de elucidar o evento “coincidente”, que poderia parecer denegar o que asseveramos, na resposta à indagação de Delano. Primeiramente, cabe-nos considerar que as probabilidades eram muito favoráveis, no sentido de ele ter sido preso e/ou morto, bem antes. O princípio que expendemos, portanto, continua válido, apenas se estudarmos o seu caso isolado. Cogitemos, no entanto, de um caso mais grave, que reforça nossa tese: Bin Laden. A despeito de todos os esforços de inúmeros e eficientíssimos serviços de inteligência, há quase uma década conclusa, o líder terrorista não foi aprisionado nem executado pelo Governo norte-americano – inobstante não coloquemos o australiano em pé de igualdade moral com o árabe, ou, n’outros termos: não o equiparemos quanto à qualidade de suas intenções e motivações.

O que isso, então, implicaria, como inferência última? O que pretendemos dizer? Que o primeiro pode ter encerrado parte de sua missão (ou toda ela, com sua iniciativa eletrônica de “terrorismo branco”, digamos assim), ou poderia estar na iminência de tomar rotas indevidas dentro dela, tendo sido logo sustido, antes de cometer o desvio (por créditos espirituais que porventura detenha); e o segundo, que não está cumprindo missão Divina alguma (qual se deu, em escala ainda maior de malevolência e devastação humana, com o Führer Adolf Hitler), desempenha, digamos, um “papel evolutivo” no concerto das relações internacionais, forçando, paradoxalmente – pela violência ou pelo estado de iminência dela –, a busca de soluções inadiáveis, num mundo complexo, multipolar nas relações de poder e multicultural, em todos os ângulos de observação. Quando essa sua função não for mais necessária ou deixar de existir, Laden pode desencarnar, ser preso ou, simplesmente, cessar suas atividades terroristas – o que consideramos menos provável (risos).

(BdA) – E sobre as ameaças de Julian quanto à explosão eventual de novas revelações bombásticas, sem os filtros que o WikiLeaks apresenta para elas?

(EE) – Não posso adiantar revelações que não nos sejam autorizadas pelo Plano Sublime – não fazemos cartomancia (risos): sou uma Professora. O não conhecimento de determinadas informações é de suma importância para o andamento de certos acontecimentos no domínio físico de existência. Não podemos, reitero, fazer o “dever de casa evolutivo” de nossos pupilos. Mas tomemos a perspectiva humana, qual se estivéssemos encarnada, e façamos uso do bom senso: as assertivas dele são plausíveis, embora, naturalmente, nestas circunstâncias, a possibilidade de blefe seja alta (risos). E, neste sentido, adentramos o território de conjecturas que apresentamos acima: de que ele “pode” (e não “deve”) ter encerrado sua missão ou “parte” dela, com seu trabalho em nome da verdade mais transparente nas relações internacionais, impelindo-as a se fazerem menos polidas e mais resolutivas. Isso afirmamos, porque a diplomacia, em que pese o seu valor inconteste, como meio de acomodar interesses divergentes e relativamente manter a paz entre as nações ou blocos delas, enseja excessivo espaço à demagogia e a subjacentes processos de manipulação, domínio e exploração de povos menos preparados a se defenderem de tais expedientes de países ditos “ricos” e “civilizados”, ainda inclinados a formas sutis de imperialismo e exploração das sociedades mais fracas, lato sensu.

(Diálogo travado em 7 de dezembro de 2010.)


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