Benjamin Teixeira de Aguiar

30 de julho de 2010
 

Os Horrores Devastadores que a Descida de Nossa Senhora Pode Evitar (*).

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(Registros da Mediunidade – 16)

por Benjamin Teixeira.

Querido Marcondes:

Você me fez chorar.

Acabei de me acordar, sentindo muito mal. Já sentia, antes de me recolher a repouso, forte pressão do inconsciente coletivo, que minha punha à beira do colapso nervoso – o que cheguei a comentar com dois amigos.

Do sono atormentado de que me levantei, a Espiritualidade Sublime me mostrava os motivos do Maria Cristo 2010, para Ela, Nossa Mãe Maior, tão misericordiosamente descer (e evitar acontecer, com Esta Sua descida), neste último domingo de agosto: explosões nucleares devastadoras, provocadas por acidentes, mas principalmente por movimentos terroristas, poderiam ser evitadas, com o sacrifício augusto de Nossa Mãe Santa em Se aproximar da crosta terrestre e Se Imiscuir no inconsciente coletivo, melhorando-lhe, com isso, o diapasão vibratório.

A sensação de sufocação foi tão grande que desceu para o corpo, e terminei por me medicar com três drogas (tenho autorização dos médicos encarnados que me supervisionam os quadros clínicos, a fazê-lo em emergências como esta): um anti-histamínico, um anti-inflamatório e um corticóde, ao mesmo tempo (!), de estômago vazio – para potencializar o efeito (para lhe dar uma idea de como me abalei com o que vi). Cenas dantescas de gente sendo “derretida” nas explosões nucleares, várias ligações de gente importante, entre grupos de acadêmicos ilustres nos Estados Unidos e influentes e agências de Inteligência e Segurança Internacionais (que não me eram citadas, mas que eu deduzo englobarem a CIA e o FBI norte-americanos) e eu a negociar, sem muito espaço a manobras e a convencimento, com um sinistro gênio das trevas (que era o verdadeiro incitador, nos bastidores “invisíveis” do domínio extra-físico de Vida, das iniciativas dos terroristas encarnados), dizendo-lhe do quanto ele não teria a ganhar com aquilo e como seria melhor tomar outra rota, mais amiga para com a humanidade, pelo menos mais diplomática: “Nós somos seus amigos! Pelo menos adie esta iniciativa! Você não terá como voltar atrás, depois de desencadear o processo!” – repetia reiteradas vezes, acompanhado por Amigos da Espiritualidade Superior, em um macarrônico Inglês, porque a entidade não conseguia se comunicava telepaticamente comigo e não conhecia Português.

Recordo-me de ter sido avisado por uma entidade do Bem que este gênio das trevas planejava um ataque orquestrado a nada menos que 40 alvos, sendo a Ucrânia e a Coréia do Norte seus primeiros alvos. Psicopata que se supunha benemérito, pretendia “varrer do globo” sociedades inteiras que ele julgava cânceres da civilização (de sua perspectiva, obviamente).

O alvos, todavia, me causavam surpresa, por fugirem às expectativas de qualquer analista primário de política internacional, mas que, mormente em relação ao primeiro, componente da antiga URSS, dava-me vertigens de horror, ao supor que facilmente a crise poderia degringolar para uma hecatombe nuclear de proporções apocalípticas, em função do poderio bélico-nuclear ainda ativos da Rússia e dos EUA, varrendo não pontualmente, como pretendia o tal gênio das trevas, partes selecionadas da comunidade humana no planeta, mas a humanidade inteira da Terra!

As cenas foram de tal modo reais e estava tão palpitante a “sensação de realismo mediúnico” (intuição típica de quando recebemos informações precisas, por meios psíquicos), que só não liguei o noticiário para confirmar o que vira, porque deduzi que já teriam me acordado com a notícia, antes de eu despertar, caso houvesse realmente ocorrido (no presente), o que me fez concluir, então, que a vivência tinha caráter premonitório. Nete caso, uma previsão antevista, para ser evitada.

Estava orando a Nossa Senhora há meia hora (com música, para facilitar a concentração dificultada no meu estado, após me medicar), quando tive o impulso de abrir seu e-mail. Claro que não concordo com suas palavras – são poéticas e superlativas, no seu carinho e confiança desmedidos em minha pessoa, apesar de você dizer em seu escrito, em certo momento, que “repetia a si mesmo, para acreditar no que dizia”, mais ou menos nestas palavras (não precisa acreditar: Maria Santíssima é Quem é Nossa Salvadora, em Nome dos Cristos de Deus) – mas, diante do horror que acabei de contemplar [assim como no ano passado Nossa Senhora sobre o orbe, gerando o magnífico fenômeno do Sol (descrito em vídeo em ícone do nosso site) desceu durante a crise nuclear da própria Coréia do Norte, citada nesta minha horrenda experiência fora do corpo], e das cenas tão reais que me segurei para não correr para o noticiário, a fim de ver se já haviam acontecido… estas suas palavras exageradas foram de grande conforto, como a droga que se põe sobre a úlcera aberta e que, intrinsecamente, é um tóxico, mas que, em certas circunstâncias e  medidas, tem efeito medicamentoso.

Seu amigo e irmão em ideal, muito deficiente como professor de Espiritualidade e Canal da Espiritualidade Amiga,
Pugnando sempre por me melhorar, porém,
Benjamin (Mamin),
29 de julho de 2010.

(*) Este artigo foi originalmente uma resposta de Benjamin de Aguiar a poema que lhe foi redigido e enviado por Marcondes Barros, que está publicado agora em nosso blog. Para ler o poema-e-mail de Marcondes, clique aqui.


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