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O Delicado Ponto de Equilíbrio entre Ser Firme, sem se Fazer Grosseiro; entre Ser Amoroso e Não Mimar um Ente Querido (e 12 dados checados e corretos, desconhecidos do médium).
Em matéria de carácter mais preciso, a mensagem de cunho pessoal se segue, na tarde de hoje, à nossa cara amiga (…), que nos merece atenção especial, pelo empenho a que se devota à nossa Causa Sacrossanta. Que ela não se preocupe com seu paizinho (*1). O “velho” acordou, hoje, cheio de queixumes (*2), fazendo drama com a própria condição orgânica (*3) (bem masculino – risos). Na medida em que irritava nossa cara companheira (*4), pela óbvia manipulação que lhe tentava exercer (*5) – porquanto, da parte dele, nada realiza, no sentido de providenciar cuidados para com a saúde (*6) –, gerou, outrossim, indiretamente, culpa (*7) em sua filha, nossa querida (…) – rs (*) –, não porque se tivesse ela impressionado com seu dramalhão “mexicano” (perdoe o uso do estereótipo), mas por nossa irmã em ideal ser particularmente sensível, neste quesito e com seu progenitor, deveras carecente de tolerância (*8), pelo abusado das teimosias e fixações envolvidas.
Estranhou-se (*9), igualmente, a prezada (…), com a inteira ausência de preocupação real com o quadro de saúde do paizinho (*10). E isso também lhe fomentou cobrança íntima (*11), pois que presumiu ser este sentimento (ou falta de sentimento) decorrente de indiferença, de desamor, de pobreza de piedade cristã (*12). Tranquilize-se: a amiga se equivocou em sua autoavaliação. Tratava-se tal despreocupação de intuição (certeira) quanto à real contingência orgânica do velhinho amado. Por outro lado, no que concerne à irritação íntima, oriunda da boa leitura que fez do “papelão” infantil de seu pai biológico, constitui reação natural (e inexorável – a não ser que pretendesse reprimir percepções e alienar-se de suas melhores intuições). Além do quê, reforça a desnecessidade de autocondenação o haver-se portado educada e mansamente, com ele, apesar de mais seca e menos amorosa – o que não só seria compreensível, como esperável e desejável, porquanto o ser afetuoso, em surto de birra ou de “dengo” manipulador de um “bebê”, faz da “mãe” ou do “pai”, que zela pela “criança”, cúmplice no processo de aprofundamento e dilatação do vício mental envolvido no tutelado e seu comportamento histrião. Mãe em Cristo, (Mensagem recebida por psicografia manuscrita, pelo médium Benjamin Teixeira.) (*) A Autora espiritual faz um gracejo com a destinatária, utilizando seu apelido íntimo.
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