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Palestras Gratuitas!!!(Fase experimental de palestras gratuitas com Benjamin Teixeira, e “divagações” em torno da melindrosa questão do dinheiro nos serviços religiosos.) Benjamin Teixeira
Maroto, questionador, irreverente e… estupidamente lindo!… (risos) Desde 20 de setembro de 1993, este Espírito do Bem, mas que deixa bem clara sua humanidade, trabalha comigo, sob a orientação de Eugênia, de quem é superfã e de quem desfruta, também, um carinho especialíssimo, protetora dos gays como Ela é. Graças a Deus, ele não me aparece muito (rs), porque, para completar, é gay! (rs) Mas que adianta? Está sem corpo mesmo, e eu já estou casado! (rs) Normalmente, quando escrevo por ele (psicografo), ouço-lhe a voz doce e dengosa de homem jovem, cheio de charme (rs). Frequentemente, utiliza expressões típicas do vocabulário gay, como um “heloououou!?!” ou um “Queeeerrrriiaddddaaaa, me pooouuupppeee!”, arregalando os olhos, significativamente. Acreditem, porém, que ele consegue dizer isso sem sair do salto de sua masculinidade (rs) – alguém na audiência entendeu este paradoxo bem próprio de uma descrição, digamos… gay??? (risos) Às vezes, toma a aparência de um homem na terceira idade, sobremaneira quando deseja dar uma bronca, como na ocasião em que me ditou o artigo “Homossexualidade ou Homofobia – Onde Está a Vergonha?” Com o passar dos anos, passei a suspeitar que Roberto se esforça muito em parecer humano, e que, talvez, oculte uma envergadura evolutiva considerável para os padrões da Terra. Tanto é que, em situações melindrosas, comumente Eugênia o envia para “dizer umas e outras” a quem precisa ouvir “com um Português mais claro”, como na legendária mensagem “Pito nas Mulheres”, do tempo em que ele ainda não houvera revelado sua predisposição homossexual. Escolhi na internet um rosto (desenhado, acredito) que se aproximasse do semblante de Roberto, que costuma me aparecer com a pele mais clara, puxando para o arroseado em eternos quase 30 anos… Já o louro da gravura ‘tá bem bronzeado… e “despenteado” (rs): diferente do realmente “casual” Roberto, sem laquê no assanhado proposital e artístico que é moda atualmente. O amigo desencarnado faz um tipo sem preocupações com a aparência, bem ao perfil psicológico do machão heterossexual clássico… Haja ironia! Desconheço a identidade da personalidade da imagem, quanto do desenhista ou artista plástico, e ficaria feliz se algum internauta descobrisse tais dados (as identidades de ambos ou de um deles), para que lhe(s) seja dado o devido crédito. Com um detalhe: o Roberto que vejo, há 16 anos, é muuuiiiitttooo mais bonito! (rs) Os lábios são menos grossos, os olhos mais expressivos e su-ma-men-te mais vivos e inteligentes, além de penetrantes (ai-ai-ai! – rs), e o sorriso… bem… divide os zigomas faciais “a la” James Dean, como se ele fizesse musculação nas maçãs do rosto, o que o deixa com uma expressão in-su-por-tá-vel… mas também ir-re-sis-tí-vel de cinismo cafajeste!… ufa!… (rs) Queridas amigas héteros e amigos gays: podem suspirar – ele é mesmo de tirar o fôlego! (risos) Benjamin Teixeira.
A pedido de nossa Mestra Espiritual Eugênia e por provocação de Benjamin, estaremos adentrando uma fase experimental de suspensão da cobrança de um valor justo, à entrada de nossas palestras públicas semanais, já a partir do próximo domingo, 6 de setembro. Alguém poderia se estranhar de dizermos: “cobrança de um valor justo”, quando, na cultura pátria, sobremaneira entre kardecistas, pervaga o preconceito em torno do dinheiro, que dificulta o andamento de importantes projetos do Bem, em nome de pseudovirtudes de desapego (impregnadas de vaidades amargas e cheias de fel e calúnia contra o próximo que lhes não compactua com a castração financeira para o serviço da Luz). Mas o fato é que, não fora a cobrança de valores justos, como da venda de livros espíritas ou de workshops, mesmo o pouco que se fez, do muito que poderia ter sido feito, no mesmo espaço de tempo, dentro do Movimento Espírita, também não teria acontecido. Quantas obras de benemerência sugiram da venda dos livros mediúnicos de Chico Xavier, por exemplo?…
O medianeiro já nos pedia, há um tempo, que tornássemos ao sistema de entrada gratuita às nossas atividades hebdomadárias, assim como logramos fazer (e mais facilmente autorizamo-lo) com relação ao site, em função da cultura “free” que predomina na internet. Destarte, em considerando as constantes e ingentes limitações financeiras de uma Instituição de cunho educativo-espiritual séria, decidimo-nos por propiciar aos seguidores e admiradores do Pensamento Eugeniano uma oportunidade de colaborarem com esta transição proposta por Benjamin. (Sim, os encarnados, os médiuns, nossos porta-vozes, têm vez e voto em nossas discussões, já que é por intermédio deles e com sua subscrição pessoal que agimos no mundo. Não temos escravos ou cooperadores submetidos, e sim amigos inteiramente livres, que anuem ou não com os nossos pontos de vista. Quem quer que se proponha pertencer ao Plano Superior jamais faz imposições para outrem, embora possa estabelecê-las para si – por exemplo: se você continuar agindo mal deste modo, siga à vontade, mas eu não trabalharei mais com você… risos… amargos.) E de que forma concederemos este ensejo de colaboração a cada pessoa que se fizer, de boa vontade, presente em nossas reuniões a partir deste próximo domingo? Por meio, tão-só, de uma série de medidas que estabelecemos, inspirando vários médiuns, os quais, em diálogo enriquecedor, no final da noite de quarta-feira passada, “montaram o quebra-cabeças”… À porta de nossa Instituição, cada pessoa receberá um envelope em branco, contendo espaço para nome, e-mail e telefone fixo e/ou celular, a fim de que, em desejando fazer alguma doação, possam os componentes encarnados da Equipe de nossa Casa não só enviar uma carta eletrônica de agradecimento, como computar o que cada pessoa tem hábito de doar, com que frequência, que valor, etc. Ou seja: exigimos (para terem nossa proteção nesta iniciativa) dos que conduzem, no plano físico, o Salto Quântico, rigor profissional na contabilização das doações, a fim de que o planejamento estratégico de manutenção e expansão de nossa Organização no domínio material de existência desfrute de um embasamento firme, sobre dados claros e precisos. Ou se fazia isso, ou não autorizaríamos a abertura à entrada gratuita em nossas reuniões, nem mesmo para uma fase experimental. Porque não nos cabe subtrair dos companheiros do âmbito físico de vida os seus desafios e problemas na gerência da parte que lhes cabe na Obra da Espiritualidade Sublime. Isso dito, reforçamos que o envelope recebido poderá ser entregue de volta vazio, pelo participante, como também sem a inscrição de seu nome e seus dados. Não pretendemos saber quem NÃO doou, e sim conhecer hábitos de generosidade financeira sobre quem contribui, para que os programas de atividades sejam planejados apropriada e responsavelmente. A entrada, reiteramos, é gratuita. Ninguém será obrigado a fazer doação qualquer que seja, ainda que pretenda frequentar, para sempre, nossas reuniões domingueiras, sem desembolsar um único centavo. Todavia, a contrapartida desta liberdade individual é que, em termos coletivos, se não lograrmos atingir e ultrapassar, com uma razoável margem de segurança, o piso mínimo de recursos para um sistema sustentável de revitalização financeira do Instituto, simplesmente suspenderemos o experimento, que, por ora, é encetado em caráter indeterminado. Podemos manter por uma, duas, dez semanas, ou pelo resto da encarnação do porta-voz, dependendo do resultado auferido e medido, semana a semana, mês a mês, da colaboração monetária dos que se façam presentes ao banquete de bênçãos, esclarecimento, conforto e amor, em que consistem nossas palestras multidimensionais. Sexo e dinheiro representam, realmente, duas feridas do inconsciente coletivo humano na Terra. E, no que tange ao brasileiro, a ferida do sexo é menos doente que a do “vil metal” – como por aqui se nomina, em certo tom jocoso, bem à moda nacional, do “manhoso do morro” que quer tudo ganhar sem por nada pagar. É bem curioso, porque estes “manhosos do morro”, vinculados à estereotipia do “malandro carioca, meio crioulo, meio gente fina”, estão por toda parte no tecido da sociedade brasileira, do adolescente que invade o computador da escola para alterar o resultado do próprio boletim, ao engravatado de olhos azuis que engana com finesse as multidões e desvia parcelas vultosas do erário público, para contas sob seu controle pessoal. Esta é a mazela hipnótica da cultura que está por detrás dos discursos inflamados de quem combate a postura dos que cobram o valor justo pelo trabalho que oferece: hipocrisia, preguiça, artimanha e – vamos usar a palavra certa – safadeza, que é desonestamente projetada naquele a que se condena.
Entretanto, não viabilizar, material e economicamente, os projetos e obras de Deus sobre a Terra, sob o pretexto de se retirar de jogo o interesse pessoal dos religiosos e de se purificarem as intenções dos agentes do bem encarnados, equivale, medonhamente, à castração do sexo, levada a efeito em monastérios e conventos da Idade Média, no intuito de se espiritualizarem os enclausurados, que, em vez de se santificarem, desdobravam intrincadíssimos pandemônios de neurose, frustração, perversão e loucura, como a história no-lo diz, fartamente, e como é de domínio público há décadas, desde que Freud iniciou a higienização da opressão sexual humana no planeta. Ninguém imagine que o mesmo não se dê quando se trata de dinheiro e administração de recursos materiais. Não faz sentido intentar-se o enriquecimento através da religião ou de práticas espirituais, mas focar a executabilidade de um projeto de beneficiamento humano, por meio de levantamento de fundos apropriados, lembra-nos, de tão aximomático, o movimento que aconteceu, há alguns séculos, quando se profissionalizaram as funções de professor e de pesquisador. No passado, somente diletantes ensinavam ou faziam ciência, normalmente patrocinados por mecenas que interferiam na isenção dos crivos pedagógicos e de pesquisa utilizados pelos manietados “patrocinados”, profissionais do magistério e da pesquisa científica. Nesta época, em que o livro impresso sofre ataques e se retrai, por questões ecológicas e pela vulgarização do texto na internet, e em que os jovens que tanto sintonizam com nosso sistema de pensamento não querem ler, propriamente, mas acessar vídeos na rede mundial de computadores, ou passar os olhos velozmente sobre textos curtos muito ilustrados, não há outra forma de subsistência, senão apelar para o levantamento de renda pelas atividades presenciais de nosso porta-voz encarnado. É o que se faz no mundo artístico, por exemplo. Nossa prezada mestra Eugênia, misericordiosamente, deverá estar conosco, na atividade de domingo, e o Pe. Gustavo Henrique, assim como o fez, pela primeira vez, na gravação do programa que irá ao ar pelas ondas abertas da Aperipê TV, em Aracaju, conduzirá também a fala de nosso médium, na parte inicial da reunião – a que é dedicada aos comentários de interpretação simbológica de trechos de filmes. Para quem sentiu, no domingo passado, a vibração de Maria Santíssima, irradiada, à distância, por intermédio de Eugênia, incorporada em Benjamin, sabe-se que estes eventos espirituais são imperdíveis. E… por Cristo, prezados amigos: a entrada, agora (pelo menos por enquanto), é franca! Não deixem de ir por este demônio do preconceito, em torno da questão monetária, nem por qualquer outra, que envolva discriminação ou prevenção com encarnados ou instituições. A Verdade brada alto, por Ela mesma. Ou seja: experimente pessoalmente. Não chegue a conclusões precipitadas, sem checar presencialmente o que está sendo analisado. Venha-se expor às energias e às vibrações excelsíssimas da Mãe Maior da Humanidade, e receber, em seu coração, as sementes de graças infinitas, por meio daquela que foi, em sua última encarnação, Bernadette Soubirous, a santa francesa que viu Nossa Senhora em Lourdes, nossa sábia professora desencarnada, Eugênia. Domingo, às 19h30 (com passes desde as 18h45), no auditório da Sociedade Semear, Rua Vila Cristina, 148, Bairro São José, aqui, em Aracaju. Muita paz. E olhe bem, seu(sua) tolo(a): se você deixar de ir por preguiça… eu lhe puxo o pé de noite (risos) – brincadeirinha!… Irmão em Cristo, (Texto recebido em 4 de setembro de 2009.)
Fábio tem 29 anos. Formado em Direito, é um exemplo de devotamento e aplicação responsável aos estudos, à família, à adorável namorada, a doce Flavinha (sim, para os curiosos de plantão, ele é heterossexual! – rs), e ao ideal, já trabalhando na área de sua formação. Cabeça aberta com juízo no lugar, faz o psicotipo certo do garoto adulto que tem condições de orientar quem é da idade dele ou mesmo bem mais jovem. Fabinho – como o chamo na intimidade – me disse, ontem, que utilizará, basicamente, vídeos, para provocar o debate entre a turma “teen” ou no início da casa dos 20, desdobrando suas reflexões no seu estilo enxuto e impactante de dizer muito, falando pouco. Fará uso, para isso, do material farto de vídeos, atualmente disponível no site do Instituto, em particular os produzidos por outro jovem promissor da Organização: César Maciel, o popular Cesinha. Se você é adolescente ou adulto jovem, eis aí uma boa pedida, para ouvir uma palestra feita sob medida para gente de sua idade, sem qualquer ideia de pregação ou imposição de normas. Se você tem filhos adolescentes, recorde-se de que “santo de casa não faz milagre”, e apele para este outro serviço gratuito que nosso Colégio de Almas Irmãs passa a oferecer. Benjamin Teixeira
Olá, amigos! Em nosso grupo de estudos e reflexões em torno das mensagens do mentores do Salto Quântico, vamos discutir o artigo que foi ao ar quinta-feira, no site: “Três Exemplos de Preconceito às Avessas – Quando a Liberdade e a Abertura ao Mundo Externo Constituem Expressões Vivas do Mal, pelo Tanto que nos Afastam do Bem” (Benjamin Teixeira pelo espírito Eugênia). Estou aguardando vocês!!! (*) A Sede do Instituto fica na Rua Vidal de Negreiros, 271, Bairro Inácio Barbosa. Mais informações pelo telefone 3041-4405 ou pelo e-mail: perguntas@saltoquantico.com.br.
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