A Estupidez (Além da Maldade) do Preconceito, Inclusive – e Talvez Ainda Mais Ridículo – na Fonética.

Equipe Salto Quântico e
Benjamin Teixeira

O Espírito Eugênia, apesar das fabulosas provas que nos concede, a cada incorporação, de Sua autonomia em relação à mente mediúnica (como apresentar dados que o porta-voz desconhece sobre os interlocutores a quem Ela se dirige, além de, sobretudo, revelar-se uma personalidade deveras distinta em todos os sentidos, em cotejo com a de Benjamin Teixeira), utiliza, ainda assim, o cérebro do médium, em sistema de incorporação consciente – ele assiste à incorporação qual se fosse uma pessoa da plateia –, de modo que, de certa maneira (como em todo transe mediúnico, mesmo os em que o medianeiro fica inconsciente), um pouco do tônus mental daquele que lhe serve de canal, quais os traços de seu sotaque nordestino, inexoravelmente aparece. A Mestra da Espiritualidade diz que Ela mesma apresenta esta “forma nordestina da fonética lusofônica” (em Seus dizeres), por conviver, continuamente, há muitas décadas, com Espíritos desta região do Brasil, que ainda não dispensam o uso da linguagem. Mas nossa Equipe aqui atende, com este intróito, a expressa determinação do médium – sob pena de não se dar publicidade às magníficas falas da sábia do Plano Sublime. Não obstante esta declaração categórica de Eugênia, sobre sua pronúncia do Português, reiterada diversas vezes, Benjamin, por um rigor agudo na posição de estudioso do fenômeno, prefere atribuir a si, na condição de filtro psíquico, essa característica na fala da grande sábia e santa da Espiritualidade, para que, como disse ele, aqui fique registrado:
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