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(“Maria Cristo – a Tese”, edição revista de 2009.) [Segundo a Mestra Espiritual Eugênia, o Movimento Internacional de Ascensão do Feminino, no inconsciente coletivo da humanidade terrena, teve início simbólico com as aparições de Maria Santíssima (então denominada de “Nossa Senhora das Graças”) a Catarina Labouré. Observe-se a postura adulta, madura e dadivosa (por isso, voltando seu olhar para baixo) de um Ser Superior que tem poder por Si-Próprio, ou seja: por mérito pessoal justamente adquirido pela evolução. As imagens de Madonas anteriores a 1830 (quando Santa Catarina viu Nossa Senhora pela primeira vez) sempre A apresentavam de olhos voltados para Cima, com toda a linguagem não-verbal da “mulher-súplice-e-humilde” que depende de um Poder-Externo (diga-se: Masculino – Seu Filho Divino). Vale destacar, outrossim, a meia-lua sob Seus Pés, que indica uma serpente estilizada, um dos mais universais símbolos da Antiguidade para sabedoria, representando, por ser concomitantemente “algo” da Lua – metáfora arquetípica do Feminino –, que Maria Santíssima Se eleva por força de Sua Própria Sabedoria, numa versão que respeita, plenamente, Sua feminilidade, e não à moda que o patriarcalismo tem ditado, há milênios: uma sabedoria pragmática, de feição perpetuamente masculina, sem espaço a aspectos psicossexuais femininos, como estesia, intuição e religiosidade!…] |
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