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Benjamin Teixeira Amiúde, você se sente tão desnorteado com tantas oportunidades de ser feliz, que acaba se frustrando. Seja o(a) jovem, com inúmeras alternativas para o concurso vestibular (definindo todo o seu futuro profissional numa época tão difícil da vida); seja o rapaz ou moçoila, à escolha de parceria para o casamento; ou ainda o homem ou a mulher de meia-idade, especulando sobre onde melhor aplicar seus investimentos, o fato é que não é nem um pouco simples fazer escolhas, muito menos escolhas certas, no universo de caminhos eventuais que se tem na complexa civilização em que vivemos. Continue lendo (Registros da Mediunidade – 06.) por Benjamin Teixeira. Desligamos o sistema audiovisual exatamente à meia-noite, na terça-feira de Carnaval. Assistimos – um grupo de 6 pessoas, incluindo-me – a um clássico do cinema antigo, de 1947: “O Milagre da Rua 34”. Uma graça: mensagem de esperança e otimismo, idealismo e respeito aos sentimentos alheios, em meio a um ou outro deslize em posturas preconceituosas, que corriam despercebidas à época, mas são impossíveis de passarem batidas hoje. Continue lendo por Aline Rangel. Com a passagem do Carnaval, urge fazer uma reflexão acurada acerca do contato que temos estabelecido com os aspectos instintuais que portamos, manifestados coletivamente nos chamados “gritos carnavalescos”. Gritos da alma, podemos dizer, a clamar por atenção cuidadosa com os mais diversos elementos que compõem o humano em sua complexa e absolutamente fascinante conformação. Não se trata aqui de julgar o gosto pela dita festa popular, nem tampouco de demonizá-la, o que seria um tanto superficial e improdutivo. O que se pretende é discutir em torno de sua importância, na compreensão de nós mesmos, de nossas necessidades, do quanto atendemos às diferentes dimensões que nos constituem. Continue lendo Temas destacados:
(Destaque dos temas: Úrsula Rangel.)
pelos espíritos Éverton e Eugênia. Intróito do Médium: Fiquei com as pálpebras edemaciadas, após 50 minutos de uma tocante comunicação (entre as 5h04 e 5h54 desta madrugada) do amigo de longa data que conheci ainda encarnado (morto em fevereiro de 1982), e que ingressou, há alguns anos, nas hostes de trabalhadores desencarnados de nossa Organização, logo que superado o período de refazimento necessário, depois de seu deslindamento do corpo físico. Benjamin Teixeira Articule a esperança, um pouco todos os dias. Às vezes, o céu enegrecido demora um pouco para iluminar-se. Mas isso não quer dizer que a treva seja permanente. O perigo maior é a impressão de que não há perspectivas de melhora – um grande engodo psicológico que prega peças em muita gente, fazendo crer que situações estão fadadas ao total fracasso, quando, em verdade, são perfeitamente resolúveis. Duvide sempre do desespero. Nunca acredite em vaticínios irremissivelmente trágicos. Por detrás de toda desgraça há sempre uma semente de renovação. Procure encontrar o gérmen de vida, em meio à morte da destruição, e descobrirá os elementos genéticos de uma nova fase de construção em sua existência. Continue lendo |
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