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(Diálogo com o Espírito Eugênia.)
(Benjamin) – Amada Eugênia, em considerando a próxima passagem de ano, vamos falar sobre mudanças de vida, como torná-las mais sustentáveis, hoje, na palestra. Deseja aditar-nos algum apontamento? (Eugênia) – Não algo que não já tenha sido dito, alhures, por nós mesma ou por você. Contudo, posso fazer um breve resumo do que seja mais importante dentro desta temática: Continue lendo (Sobre a Verdade que Provoca a Loucura da Mesquinharia Humana.)
(Esta mensagem dá continuidade à série de artigos iniciada na sexta-feira passada, 26 de dezembro.) Há os que se aproximam pela imagem de poder que alguns medianeiros-líderes-espirituais exalam de si – almas envelhecidas no carreiro evolucional, portadoras de muitas funções psíquicas invulgares –, sentindo-se seguros, ao seu lado, longe de qualquer perigo natural à condição humana. Continue lendo por Aline Rangel. 2008 termina e as reflexões acerca dos significados das experiências vividas se fazem presentes, alertando para o que se conseguiu conquistar, para o que foi possível mudar, para as surpresas felizes, bem como para os planos não realizados, sonhos não alcançados, transformações que não se deram por completo. Neste emaranhado de percepções sobre si, sobre os que estão próximos, sobre a vida que se constrói dia após dia, ano após ano, fundamental colocar-se positivamente diante do presente e do futuro a ser composto com as escolhas e ações, individuais e coletivas, pelo melhor. Felicitar-se não só pelo que se pode ser e crescer, mas por tudo que já se modificou, pelo tanto que já se avançou, pelos erros que mostraram o melhor e o pior de si. Continue lendo Benjamin Teixeira Intróito do Médium: Já disse, alhures, que muitos se surpreendem, ao ler a biografia de Chico Xavier, com o fato de haverem ocorrido sucessivas passagens de rupturas com amigos e companheiros muito íntimos, no transcurso de sua dolorosa quão espetacular existência, entre inclusive aqueles que gozaram da máxima confiança do famigerado medianeiro, afastando-se alguns com distinção, outros com desarrazoado comportamento blasfemo, pelo que, todavia, pagaram altas contas de carma, ainda naquelas suas malfadas reencarnações, terminadas de forma trágica, após longos anos de sofrimento contínuo. Um pouco disso tem acontecido comigo, igualmente, em medida menor, porém, já que NÃO sou uma personalidade exornada de virtudes especiais, como o santo luminoso de Uberaba. Entretanto, pela envergadura da obra da dulcíssima e sapientíssima Eugênia (esta, sim, um grande Ser de Luz), meu guia espiritual (apesar de minha insignificância pessoal), bem como de nossa Organização – cujo núcleo central é o programa de televisão, há já quinze anos no ar (o mais antigo, ininterruptamente exibido, da televisão brasileira, dentro da temática mediúnico-espiritual) –, venho atravessando períodos semelhantes de afastamento de pessoas, ao que já me acostumei, contudo, sem padecer mais abalos, como naturalmente sofremos, quando muito jovens. É sobre tal assunto que trata o conjunto de artigos que serão publicados em série, neste site – de autoria espiritual dos Espíritos Temístocles, Eugênia e Gustavo Henrique. Hoje, a fala de Temístocles. Continue lendo Benjamin Teixeira “O anjo disse-lhes: ‘Não temais. Eis que vos anuncio uma boa nova, que será alegria para todo o povo: hoje nasceu, na cidade de Davi, um Salvador, que é o Cristo Senhor. Isto vos servirá de sinal: achareis um recém-nascido envolto em faixas e posto numa manjedoura’. E, subitamente, ao anjo se juntou uma multidão do exército celeste, que louvava a Deus e dizia: ‘Glória a Deus, no mais Alto dos Céus; e, na Terra, paz aos homens, objetos da benevolência divina’.” (Evangelho de Lucas, 2:10-14)
Quando Nosso Senhor Jesus aportou à Terra, encontrou um planeta primitivo, em que as noções de Direito ainda engatinhavam, na Roma dos Césares; onde a filosofia havia tido seus primeiros albores verdadeiros há poucos séculos, na Grécia Antiga da acrópole ateniense; e em que as mais significativas realizações do Espírito haviam sido esboçadas, como mera possibilidade, nos seus primeiros bruxuleios de teoria espiritual, poucos séculos antes também, nas místicas Índia e China das figuras históricas de Buda, Lao Tsé e Confúcio, quanto do vulto mitológico de Krishna. Continue lendo Benjamin Teixeira A toca do coelho de Alice – da famigerada história “Alice no País das Maravilhas” – constitui brilhante metáfora dos “wormholes” (“buracos de minhoca”), com que a Física de subpartículas atômicas contempla possibilidades, antes insuspeitadas (quando estávamos submetidos às cosmogonia e cosmovisão da Física clássica, newtoniano-cartesiana), de “furos espaço-temporais”, “pontes interdimensionais”, entre outras maravilhas excepcionais e revolucionárias que as descobertas da Ciência do infinitamente pequeno têm apresentado à espécie humana. Continue lendo |
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