Benjamin Teixeira de Aguiar

1 de outubro de 2008
 

A Verdadeira Família.

(Culto do Evangelho com Eugênia e Amigos Espirituais – 22.)

Benjamin Teixeira e o espírito Gustavo Henrique.

Por força da sincronicidade (e evidente auxílio vibratório dos orientadores desencarnados, para nos pôr em Fluxo com a “Mão de Deus”, manifestada por meio das “coincidências significativas”), foi-nos ofertado à reflexão do Culto do Evangelho, entre irmãos do ideal, desta segunda-feira, 29 de setembro, o capítulo 16 do livro “Fonte Viva”, psicografia de Chico Xavier, autoria espiritual de Emmanuel. Em seguida, proferida a prece inicial, um outro companheiro presente leu a questão 144 de “O Livro dos Espíritos”, após o que uma outra irmã conviva ao banquete de Luz nos fez ouvir o item 19 do capítulo IV de “O Evangelho segundo o Espiritismo”.

Findas as leituras de reflexão e estudo, ofereci receptividade mediúnica aos preclaros mestres da Outra Dimensão de Vida, a fim de verificar se desejariam nos instruir a respeito de algum tópico do que havíamos lido, em considerando nossas necessidades de esclarecimento e reforma íntima. Imediatamente, percebi o vigoroso fluxo mental do estimado Gustavo Henrique tomar-me o cérebro, fazendo-me escrever, com velocidade, na meia-luz que se fez no ambiente, para esta parte de intercâmbio (as persianas da sala foram fechadas, em função da claridade do dia – estávamos no nosso culto diário das 14h, o único em que, às vezes, recebemos visitas dos muito íntimos), escrita mediúnica esta que ocorreu ao modo clássico das psicografias semimecânicas, com papel e caneta, tendo como resultado o texto que se segue.

Chamo a atenção para o detalhe curioso de o beletrista desencarnado fazer questão de dar um “bom-dia”, como cumprimento e abertura de sua fala, e não o habitual “boa-tarde”, conforme o costume para o ponto do dia em que estávamos, explicando-se ato contínuo, ao deixar claro que sua intenção não era obedecer a um mero comando lingüístico das convenções nas relações sociais, mas, efetivamente, desejar-nos o melhor aproveitamento possível para as horas que se seguiriam daquele dia.

Ao final, o autor subscreveu sua breve missiva coletiva como “Padre”, falando por Brígida e fazendo alusão a ela, na condição de “priora das irmãs de caridade de nosso grupo” – creio que imbuído da intenção de enfatizar a importância dos laços familiares do coração, e não do corpo –, suspendendo, por fim, o envio de mensagens de caráter pessoal aos que compareceram ao culto em minha casa (que é de praxe, nestas ocasiões), em função de flutuações psíquicas e definições de prioridade energética, no serviço mediúnico, acerca de que não nos cabe a arrogância de pretender entendimento completo, já que o trabalho, realmente, é deles, nossos grandes professores desencarnados.

“Bom dia, caros amigos!
Que vocês tenham, na íntegra – incluindo a noite, portanto –, um dia de produtividade e criatividade com Deus.

Entre nós, a abadessa, priora das irmãs de caridade de nosso grupo, Brígida, que pede se diga que as relações domésticas são dádivas do Criador, no intuito de que domestiquemos nosso orgulho e vaidade, tanto quanto, de reversa maneira, o medo e a passividade que assolam as almas jungidas e submetidas à canga-império do ego.

De minha parte, incluo a reflexão de que somos, amiúde, compelidos a reconhecer não poderem ser nossos parentes pelo espírito os que se fazem desalinhados de nós, em questões elementares de valor, espiritualidade, fé e caráter, para que, então, em continuação ao raciocínio sugerido pela disparidade entre nós e eles, evoluindo as conclusões a que sejamos encaminhados na análise da situação, apercebamo-nos de que somos espíritos eternos, utilizando, durante as reencarnações, corpos animais, e que devemos procurar, por conseguinte, as verdadeiras afinidades, as da alma imortal, como nesta sala vemos congregados, formando uma parentela da eternidade, entidades egressas de diversas origens, dentro ou fora da matéria, unidas pelo pensamento e pelo sentimento, laborando, conjuntamente, pelo mesmo ideal de auto-redenção e transcendência, serviço ao vulgo e a Deus, na pessoa dos semelhantes.

Com vocês, pedindo escusas pela impossibilidade de desdobrar, hoje, correio pessoal interdimensional,

Padre Gustavo Henrique.”

(Texto recebido no Culto Diário do Evangelho, realizado na residência do Médium, no dia 29 de setembro de 2008. Revisão de Delano Mothé.)

Convite:

“PSICODELISMO”, LOUCURA, GENIALIDADE e MEDIUNIDADE.

Onde encontrar as portas do Céu (e do inferno), dentro e fora de nós mesmos; e como manuseá-las, em prol da nossa e da felicidade de nossos entes queridos. As emocionantes ilustrações com trechos de filmes, os depoimentos inesquecíveis, a fala dos Bons Espíritos, ao fim da palestra do médium sergipano que leciona na TV, para todo o Brasil, em rede nacional de televisão. Neste domingo, 5 de outubro, às 19h30, no “Mega Espaço”, Rua Nossa Senhora das Dores, 588. Ministração de passes, entre as 18h50 e as 19h20. Evento angariando fundos para exibição do programa Salto Quântico, que transmite, gratuitamente, para o país inteiro (CNT, 15h30 de sábados), a salvadora mensagem da imortalidade da alma e da assistência da Espiritualidade Superior àqueles que se esforçam por merecê-la. Informações: 3041-4405. (Novo horário para Sergipe: 9h de sábados, Aperipê TV)

Equipe Salto Quântico.

Aviso:

O programa Salto Quântico, em sua versão local, veiculado pela Aperipê TV (somente para o Estado de Sergipe), passou a ser exibido nas manhãs de sábados, às 9h, em virtude de reformulação na grade de programação desta emissora.




Cadastre-se e receba mensagens por e-mail: