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(A Correspondência do Padre Rafael – 14) (*1)
Benjamin Teixeira O padre Rafael, que, apesar de septuagenário, estava visivelmente se afastando da linha doutrinária do Vaticano, assim se desconectando da hierarquia eclesiástica, para apenas seguir sua consciência, começou a digitar, sob influência de grande mentora espiritual, que lhe ditava por um sistema de comunicação on-line, via internet, a fim de esclarecer e confortar casal que fora expulso de uma igreja que, como parceiros, financiaram e ajudaram a fazer crescer, inclusive no aspecto humano das atividades nela desenvolvidas, pelo transcurso de mais de dez janeiros de ininterrupta doação, em todos os sentidos. À vontade para declarar estar em transe mediúnico, psicografando abertamente, o sacerdote ancião abriu aspas e escreveu, em nome da venerável mestra desencarnada, que primeiramente se dirigiu ao homem do casal, que absorvera maior parcela de responsabilidades na condução da obra de que fora sumariamente desligado: “Por que ainda mantém dúvidas sobre isso ter sido provocado por nosso Plano? A dedução que fez, neste sentido, foi apropriadíssima. A situação não tinha como ser revertida. Existe o – como se fala em Inglês – ‘ponto de não-retorno’ (*2), pelo qual já se passou há muito tempo. Só o toleravam, como componente da direção da casa, por acreditarem que conseguiriam afastar a influência das idéias renovadoras do Espiritismo, de que você se faz portador, para preservá-lo lá dentro, sem ela… Isso, como sabe, é impossível, em função de sua profunda afinidade com nosso colégio de almas irmãs.” Continue lendo Benjamin Teixeira Se você não pode dar o muito que gostaria, não pare, esperando que condições ideais venham bafejar-lhe o cenho, deixando de oferecer o pouco que pode correr por sua conta, hoje. Os beneficiários de seu socorro não vão interrogá-lo quanto a suas convicções, medos ou angústias ocultos, mas, tão-somente, agradecer pela bênção da côdea de pão ou da nesga de amparo que você poderá lhes prodigalizar. Seu coração segue amargo, porque reconhece que poderia ter dado mais de si. Foi relapso, não se empenhou tanto quanto deveria, agiu displicentemente. Agora, não lhe cabe tristeza, nem remorsos. Converta o arrependimento em mudança efetiva de panorama mental, convencendo-se a, definitivamente, não reincidir no erro que o faz sofrer. Da próxima vez em que se sentir na tentação de cair, recorde-se do fenômeno da síndrome de abstinência. É comum que, angustiados pela falta de um padrão emocional a que se viciaram mentalmente, muitos desertem do esforço de auto-reforma, fixados na gratificação momentânea. Cuidado com o hedonismo que grassa na cultura hodierna. Não se entregue ao desejo imediato de prazer. As alegrias duradouras e profundas que advêm da vitória sobre si mesmo são muito maiores que aquelas que se podem angariar por meio da entrega aos impulsos do momento. Mantenha isso em mente, e será bem mais fácil vencer. Não se trata de escolher entre a dor e o prazer, e sim entre um prazer e outro muito maior. Continue lendo por Benjamin Teixeira. 29 de julho, primeiras horas do dia. Conversando agora com Eugênia, pediu-me a prezada e preclara mestra desencarnada que me dedicasse a redigir “breve” relato público (já tendo ela me traçado outra atividade para a madrugada – os amigos que me têm reclamado da extensão das mensagens neste site, por encontrarem dificuldade em acompanhá-las todas, a contento, agradecerão… risos), sobre o dia de hoje, como efeméride de nossa Instituição. Há exatos 7 anos, às 6h30 daquele domingo de 2001, nosso programa de TV foi ao ar, em cadeia nacional de TV, pela TVE-Rede Brasil. 7 anos! Como se fosse ontem!… Paradoxalmente, parece-me, outrossim, que ocorreu em outro século… em outra era, tantas foram as lições auferidas, neste riquíssimo setênio de importantes realizações, sejam íntimas, sejam externas. Naquele período, precisamente, também nas primeiras horas da manhã, fiz um transe. Uma voz masculina imponente, exalando sabedoria, revelou-me que aguardasse um tempo, contado em meses, próximo a um ano, a partir daquela data, pelo desencarne de Chico Xavier. De fato, em 11 meses cravados (30.06.2002), 1 mês antes do primeiro aniversário de emissão em rede nacional de TV do programa, o grande missionário do Cristianismo Espírita desligou-se do plano físico de vida. Como sempre, a grande tessitura de planejamentos do Domínio Excelso de Vida, que, em nome de Deus, não permite nada ocorra por acaso. Continue lendo (Um jovem recebe a graça da permuta positiva de um carma, isentando-se de uma deficiência física; pudores do médium sofrem o mesmo objeto de reflexão por parte da Mentora Espiritual.)
Introdução: Estava dialogando com Eugênia, como o faço todos os dias, lamentando-me sobre o fato de um rapaz de boa índole e muito aplicado nos estudos e atividades espirituais ter se ausentado de nosso almoço-culto da última quinta-feira, por estar evitando sair muito de casa, em processo de recuperação de uma lesão no tornozelo, o que o levou a perder o momento ímpar em que a orientadora espiritual psicografou uma missiva mediúnica breve para cada um dos 22 convivas (23 comigo) à lauta refeição de fraternidade e Luz Espiritual – de cujo conteúdo surgiu a mensagem “Culto do Evangelho com Eugênia – 20 (Visita da Eternidade)”, artigo mediúnico publicado imediatamente antes do presente texto, neste mesmo site. A lamúria dizia respeito a como constituíra, para ele, uma “infeliz” coincidência o evitar ir a um momento de deleite, para não faltar ao seu compromisso mais sério, à noite, da reunião mediúnica de que é participante recém-ingresso. Surpreendi-me, então, com a mestra, que não só anuiu ao sentimento de injustiça aparente que me ocorrera, em relação ao episódio, como enviou ao jovem uma epístola psíquica, e ainda mais extensa que as dirigidas aos demais convivas do tal encontro, prosseguindo, depois disso, por entabular uma conversação comigo, sobre a mesma temática. O Diálogo: Continue lendo (Visita da Eternidade) Benjamin Teixeira 23 pessoas estavam no salão (incluindo-me), hoje, 24 de julho, na sede do Instituto Salto Quântico. Nas quintas-feiras, almoço com grandes grupos dos mais próximos a mim, na Organização, e realizamos um Culto do Evangelho. São quatro os grupos, definidos por afinidades. Nesta quinta, o destaque era para jovens na casa de 20 anos, muitos já vindo em pares, formando lindos casaizinhos, que surgiram em nossa própria Instituição, pela natural lei das afinidades (alguns tendo contado com uma mãozinha minha – adoro ajudar a formar casais… risos). Outros convivas no banquete de Luz do Evangelho, entretanto, eram um pouco mais velhos, como eu (risos). Inúmeros, na Casa há 10 ou mais anos. Encerrado o culto, Eugênia pediu-me que fizesse uso do laptop, e comecei a digitar e ler, uma a uma, mensagens de ordem pessoal dirigidas a cada um dos que compareceram à luminífera reunião. Emoção geral. Questões de foro íntimo foram apresentadas (eis por que não as podemos publicar), algumas do meu conhecimento, outras de todo ignoradas por mim (como a que se segue, abaixo). Outras, ainda, completamente fora do que eu ou o destinatário da mensagem poderíamos conhecer, como as que aludiam a experiências de vidas passadas ou programações (em linhas gerais, sem ferir o livre-arbítrio e o discernimento de ninguém) para o futuro, nesta mesma existência. Somando psicografia, leitura e comentários, duas horas e meia se passaram; a tarde já começava a ensombrar-se, quando fizemos a prece final e nos despedimos. Só que ninguém achara demorado ou tedioso. O entusiasmo, a paz e a graça eram as notas emocionais que se alternavam, entre todos, à medida que as breves epístolas eugenianas eram lidas (vários dos destinatários nunca houveram recebido páginas psicografadas diretamente para eles, pela mestra santa da Espiritualidade). O Céu nos visitara, novamente. Continue lendo Benjamin Teixeira Meditando sobre as múltiplas, constantes e multifacetadas dificuldades sofridas por alguns companheiros encarnados, sob nossa proteção, rememoramos alguns fatos curiosos, a respeito de três amigos no magistério espiritual, que compõem o grupo dos “orientadores desencarnados” desta Organização, em suas respectivas últimas existências carnais. A sábia e doce Eugênia, como Bernadette Soubirous, foi trucidada, moralmente, ano sobre ano, no transcurso de duas décadas consecutivas, por autoridades eclesiásticas de seu tempo, que a infernizaram, na busca frenética e insaciável por provas acachapantes de sua honestidade, pois que haveriam de declará-la santa, caso reconhecessem-na como uma pessoa digna, em ouvindo-a afirmar, sucessivas vezes, inalteravelmente, com segurança e serenidade, ter visto a Mãe de Jesus, em Pessoa. Prodígios impressionantes aconteciam na gruta de Lourdes, com curas documentadas, de todo milagrosas, aditando evidências aos relatórios, mas tudo era considerado insuficiente, pela comissão constituída para averiguar os eventos, em torno de sua personalidade. No final das contas, sensível e dócil, atacada pelas energias da inveja, do ódio e da malícia das outras freiras, com quem convivia, e da própria cúpula de sua religião, quedando-se intoxicada e descompensada, emocional e espiritualmente, aprisionada na clausura, que a mantinha longe da família e do serviço ao próximo, a santa desencarnou aos apenas 36 anos de idade, carcomida por câncer nos ossos, em dores lancinantes (de que ela nunca se queixou), que bem revelavam a dimensão de sua frustração e desgosto com a vida, embora permanecesse, externamente, sempre amável e humilde, com todos com quem interagia. Continue lendo (Retrospectivas, pressão materna excessiva, mãe espiritual, revolucionário paradigma relacional com os pais, mediunato “sui generis”)
Cercado de um grupo seletíssimo de amigos íntimos, fizemos nosso Culto do Evangelho das 14h, e, conclusa a atividade-disciplina de estudo e oração, pediu-me a adorável mentora espiritual Eugênia grafássemos algumas breves palavras para cada um dos presentes (seis ao todo, incluindo-me). Extraindo nomes e outros dados que lhes pudessem identificar, para lhes preservar a identidade, seguem-se, transcritas parcialmente, as mensagens dirigidas a cada qual: (Eugênia) – Ela hoje andou cabisbaixa, ao se perceber com algumas dificuldades de vulto, no controle da raiva, relativa a algumas mágoas do passado, que lhe reassomaram à mente. Gostaria de reforçar a palavra que utilizei, para qualificar o processo: “controle”. Esse é o cerne da questão, sobre que sugeriria tangenciasse suas reflexões, dispensando-me mais extensos comentários, a não ser o de que não deve se culpar, já que não está regredindo e sim recapitulando lições, reciclando lixo emocional, transmutando sua consciência. Isso ocorreu em suas preces, pela manhã, e a incomodou, a ponto de chegar a verbalizá-lo para nós. Continue lendo |
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