Artigos sobre mediunidade

29 de janeiro de 2008
 

Se Fores Médium.

(Sopros de Sabedoria – 102.)

Benjamin Teixeira
pelo espírito
Irmã Brígida.

Se és médium, não obstante talvez detestes e de todo recuses esta identidade, ainda que não sejas ou não te digas espírita, nem freqüentes uma reunião para atividades de intercâmbio psíquico com o domínio de existência dos que vivem além da matéria, tens, mesmo assim, uma psique sensível, que, aqui ou ali, capta influências, tanto destrutivas quanto construtivas, benevolentes como malevolentes, de encarnados ou desencarnados, amiúde sofrendo verdadeiras metamorfoses psicológicas, qual se te convertesses n’outra pessoa, provisoriamente, volta e meia.

Mantém tuas disciplinas de oração e prática do bem, em qualquer circunstância, bem como o esforço contínuo no sentido do ideal de autogoverno, não te rendendo jamais ao que fira teus princípios. Entretanto, se percebes mudanças repentinas de humor, sobremaneira ao entrar em contato com indivíduos ou ambientes específicos – modificações estas além do que problemáticas emocionais possam justificar –, procura o socorro do estudo da metodologia mediúnica kardecista e do engajamento a uma casa séria de práticas medianímicas, para que possas gerenciar tua sensibilidade mental, aplicando-a a teu bem e de teus semelhantes, em vez de deixá-la se converter, por negligência, em instrumento de tortura psicológica para ti e os que conviverem contigo.

Se não te agradar a hipótese de recorrer a tais expedientes da administração criteriosa da paranormalidade (*), terás que arcar com as conseqüências de ficar à mercê da visão tradicional de psiquiatria e psicoterapia, provavelmente recebendo o diagnóstico de desajustado(a), quiçá tendo a bioquímica cerebral invadida e alterada pelo uso sistemático e lesivo de psicofármacos – úteis em casos de psicopatologia genuína, mas inteiramente inócuos em tua situação particular de pessoa dotada de um diferencial a mais de percepção, e não portadora de um distúrbio, como te tratarão, inarredavelmente, os profissionais da saúde mental que se enquadram nas convenções do modelo vigente, no plano físico de vida, de leitura dos fenômenos psíquicos.

(Texto recebido em 28 de janeiro de 2008. Revisão de Delano Mothé.)

(*) Segundo alguns autores (espíritas), paranormalidade diz respeito a fenômenos psíquicos que se dão sem a interferência de agentes desencarnados. Em sentido amplo, todavia, a mediunidade constitui uma mera expansão de tais atributos, para o contato com inteligências albergadas na dimensão extrafísica de vida.
(Nota do Médium)

Observação:

Hoje, 29 de janeiro, completam-se 12 anos da primeira transmissão nacional do programa Salto Quântico, à época chamado ”Perspectivas Além da Morte”, pelo sistema de “TV Executiva” – uma transmissão via satélite para os mais de 5 milhões de antenas parabólicas analógicas, espalhados pelo país, naquele tempo (veiculado, a partir de então, às 22h de segundas-feiras). Também é celebrado, nesta data, o aniversário de 14 anos do primeiro programa ao vivo de nossa organização (definido para as 9h45min de sábados), que foi ao ar, em 1994, pela extinta TV Jornal, de Aracaju, Sergipe (o primeiro exibido, uma semana antes, no dia 22 de janeiro, no mesmo ano e pela mesma emissora, foi gravado). Daquela data para os dias que correm, somente em situações excepcionais o programa Salto Quântico não acontece ao vivo, uma de suas mais conhecidas marcas registradas, ao lado da interatividade com o público, no método “perguntas-e-respostas”, já em uso naquele longínquo janeiro de ’94.
Atualmente, ele é transmitido em rede nacional de televisão, às 8h (fuso de Brasília) de sábados, pela CNT e os mais de 130 canais (abertos e fechados) que lhe retransmitem o sinal, por todo o território brasileiro.




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