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Benjamin Teixeira
(Benjamin) – Queridos amigos espirituais, fiquei a pensar… o Espiritismo é tão importante… e a mensagem de Eugênia, com sua sabedoria ímpar e moderna, tão excepcional, que parece sempre pouco o que fazemos (os voluntários e colaboradores do Salto Quântico e eu). O programa está em rede nacional de TV, com 135 canais exibindo-o em todo o território nacional, mas continuo sentindo insuficiente nosso alcance… Poderíamos atingir mais pessoas, salvar mais vidas, libertar mais consciências, levar a felicidade inaudita que a grande sábia-santa propicia na vida das pessoas que a conhecem e acompanham-lhe sistematicamente as publicações…
(Roberto) – Pior para quem não dá o valor, amigo… E você se estressa com quem não merece, nem faz por merecer as dádivas de Deus? Qual é, meu “brother”! Deixe p’ra lá! Eles que se cuidem! Não queira bancar o salvador da pátria… você é quem se ferra… Quem não dá valor, perde de ganhar, de aprender e de crescer com o trabalho da grande mentora Eugênia… Pior para eles! Compreendo que está agindo generosamente, procurando oferecer e servir, sem cobrança de atestados de virtude de ninguém. Todavia, não se esqueça dos princípios de justiça. Cada povo tem o governo que merece – já dizia Robespierre –, e nós podemos parafrasear: cada povo tem o guia espiritual que precisa! Muitos ainda não ouvem e não seguem a Mestra da Felicidade, porque não estão à altura de lhe compreender a profundidade, grandeza e lucidez ímpares… não merecem os ganhos exponenciais com que seriam brindados, em lhe seguindo os alvitres.
(Benjamin) – Logo você a responder, Roberto!… e sobre tema tão delicado!…
por Benjamin Teixeira
Missão cumprida. Emoção gigante nas apresentações de Roy (o ex-Menudo), de Marilia, da Orquestra Sinfônica de Itabaiana, do corpo de baile da Academia Sergipana de Ballet, de tia Lalá com Renata Raíssa (especial); ponderação com a participação de Jácome Góes e brilho nas de Thaïs Bezerra e de minha irmã Olivia (que se deslocou para Aracaju, por apenas um dia, de São Paulo, com o fito de compor o culto à sábia-santa e à Mãe de Todos, apesar de completamente absorvida pelos ensaios exaustivos para uma grande produção teatral de Miguel Falabella); enlevo espiritual com os vídeos espetaculares em homenagem a Eugênia – contando, inclusive, com a apresentação de sua nova imagem para o mundo – e, por fim, é claro, com a bombástica mensagem da Carta de Nossa Senhora para este ano de 2007, recebida, no Plano Superior de Vida, pela grande Mestra da Felicidade. Para completar, a oportunidade de levar para casa um miniposter de Eugênia e um opúsculo contendo um resumo de sua filosofia.
Mais de mil pessoas comovidas (um incrível sucesso para um evento pago – com renda revertida para a transmissão em rede nacional de televisão do Salto Quântico). Espetáculo enxuto e com qualidade visivelmente incrementada, em relação aos anos anteriores. Comentário geral: “Cada ano melhor” – ao que respondo, em nome de todos os amigos e colaboradores que compõem nossa Organização: Graças a Deus, aos bons espíritos e ao trabalho primoroso e disciplinado de dezenas de profissionais, que se empenharam na realização da festa espiritual deste ano.
Benjamin Teixeira
Embora seja melhor que o leitor interessado compulse (ou estude) nossa obra “Maria Cristo”, pela delicadeza e complexidade da temática, cabe afirmar que Cristo significa uma categoria evolutiva e não uma individualidade, e que, como Jesus, inúmeros Outros há, na infinita Criação Divina, incluindo, no que concerne ao nosso planeta, as figuras luminares de Buda, Lao Tsé e o Arcanjo Gabriel.
O componente deste Panteão Excelso que, no nosso entender, mais importantes repercussões construtivas provoca no inconsciente coletivo, é a personalidade fulgurante de Maria, sobremaneira por ter sido O mais avançado dos Cristos que aportaram à Terra, pelos corredores da reencarnação, e pelo fato fundamentalmente significativo de que, sendo Mulher, concretiza, em plenipotência, o valor feminino da espécie humana, demonstrando, claramente, que não só personalidades masculinas, mas também as feminis podem alcançar a condição sublime da iluminação crística.
Benjamin Teixeira
A felicidade não é só seu direito: é seu dever ser feliz.
Não há maior carma, desafio, síntese de todas as vitórias e processos de amadurecimento psicológico e iluminação espiritual, que a descoberta e vivência da felicidade, em nível pleno, profundo e completo, o que, necessariamente, passará pela consideração e administração da pluridimensionalidade que constitui o ser humano. Resumida e grosseiramente, poder-se-ia dizer que a multifacetada natureza da condição hominal se estrutura em dimensões como: física, material, social, psicológica, profissional, vocacional, lúdica, religiosa e espiritual, cada uma com suas necessidades e impulsos próprios, que devem ser gerenciados de molde a não entrarem em conflito entre si, mas, interagindo em harmonia, convergirem para um fim comum, determinado pelo centro de consciência, o Eu Superior, ou Self, o núcleo angelical ou divino, no âmago de cada criatura consciente.
(*) Este é um dos itens do opúsculo “A Sabedoria de Eugênia – Resumo da Filosofia da Mestra da Felicidade”, que estará sendo vendido, por um valor quase simbólico, ao final do evento Maria Cristo 2007, deste domingo, 29 de julho, às 19h30min, no Teatro Tobias Barreto. por Benjamin Teixeira
O ex-Menudo Roy Stephan Rossello, espírita convicto e confesso, esteve conosco, na reunião mediúnica fechada desta terça-feira – Roy está trabalhando nos exaustivos e últimos preparativos para o Maria Cristo 2007 deste domingo (*). Mais uma vez, entre magníficas psicografias de caráter pessoal, contendo elementos íntimos que desconheço, no sempre inaudito espetáculo da imortalidade palpitante da alma humana, além das comunicações recebidas pelos outros médiuns presentes, foi inevitável que, antes e depois da parte central dos trabalhos – os mediúnicos propriamente ditos –, apresentássemos aos convivas do banquete espiritual a figura celebérrima que se fazia entre nós.
Para, no entanto, contextualizar (ou criar impacto para) o comentário que farei em torno de particularidade prosaica, a respeito desta apresentação, cabe-me destacar: foram 25 milhões de cópias vendidas em todo o mundo! Poucas celebridades e bandas, em toda a história da discografia mundial, conseguiram igualar ou superar esse feito. Foi o que o grupo Menudo chegou a vender, durante os seus 4 anos de existência, nos anos 80 do século passado. No auge do sucesso, estiveram no Grammy Awards, com Michael Jackson, e, num único show, realizado no Morumbi, em São Paulo, reuniram nada menos que 200 mil pessoas, alucinadas, na febre que assolava o Brasil por aqueles dias.
por Benjamin Teixeira.
Para quem tem mais de trinta anos, o mote “Não se Reprima” tem sabor de saudade e prazer, fazendo-nos espontaneamente abrir um sorriso. Quem não bateu o pé ou cantarolou, animada ou discretamente, seguindo o ritmo contagiante da música, se não mesmo acompanhou a coreografia dos jovens porto-riquenhos que fizeram o Brasil incendiar, nos anos de 1983 e 1984?
Com o exaustivamente comentado caos no tráfego aéreo brasileiro, a chegada do vôo do Menudo (digamos assim – sem o “ex” –, porque, como reza o ditado popular: “Quem foi rei, nunca perde a majestade”), que seria para acontecer às 23h30min da segunda-feira 23, se deu apenas na madrugada desta terça-feira 24 de julho, às 3h, com direito ao transtorno do extravio de metade da bagagem.
Benjamin Teixeira
Tem como certo, prezado companheiro, que as forças das trevas laboram contra aqueles que trabalham a prol do bem comum. Entretanto, em função da Incomparável Força das Potestades do Bem, as alegrias, os prêmios, as graças são infinitamente maiores, para os que perseveram.
Por conta, todavia, das fases de testes mais acerbos, observas, contristado, em retrospecto rápido de memória, que outros companheiros não agüentaram o “tranco”, e fugiram… para a sombra tranqüila do ócio ou das tarefas de menor vulto e responsabilidade… onde, porém, jazem frustrados e infelizes. Era natural que assim acontecesse, em função do nível sofrível de maturidade psicológica e moral (leia-se: qualidade dos sentimentos e da medida pessoal de altruísmo) que apresentavam. Por certo, alguns pretendiam até ficar, mas onerando-te, com ataques indevidos e exigências caprichosas, culpando-te por angústias peculiares ao caráter do trabalho e ao esforço de auto-reforma, que eles se negavam a empreender. E, notando que emperravam a máquina de realizações beneméritas, fizeste bem em desligá-los das atividades. Dirigentes capazes e responsáveis – como bem revela o histórico de grandes empresas – não têm escrúpulos excessivos em demitir ou desvincular colaboradores ou associados que se não compatibilizam com a finalidade da organização. Jack Welch, o legendário CEO (*) da GE, chegou a propor o incrível percentual de 10% de demissões anuais! Pensar no coletivo é transcender os interesses pessoais. Gente magoada? Obviamente. Problema da imaturidade dessas pessoas, e não teu. |
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