Espírito Eugênia-Aspásia

28 de junho de 2007
 

30 Minutos de Bênção.


Benjamin Teixeira
pelo espírito
Eugênia.


Falta-lhe muito tempo para o essencial? O trabalho, os compromissos familiares e até a vida social subtraem-lhe energia e espaço na agenda, para se dedicar àquilo que sabe ser capital para seu bem-estar, melhoria íntima e plenitude?

Reserve, então, prezado(a) amigo(a), tão-somente, 30 minutos abençoados para você, divididos em três partes de essencialidades impreteríveis:

1) 10 minutos em oração.
2) 10 minutos para planejamento.
3) 10 minutos de estudo.

Uma fala, uma escrita, uma leitura. Um pedido de socorro; uma programação de atividades e de iniciativas de solução de problemas; um momento breve de estudo.

Se lhe é difícil imaginar fazer isso ao término do dia, por muito esgotado(a) que costume ir para o leito, acorde mais cedo apenas meia hora, e faça o que lhe dará a paz e o discernimento indispensáveis para realizar tudo mais, com rendimento potencializado, no restante do dia. Se lhe for viável aumentar para 15 minutos ou 20, cada bloco de atividade impostergável, ótimo(!), mas nunca deixe de desdobrar a quota mínima e inadiável de mantenedores basilares do equilíbrio interior.

Sim, você pode fazer preces, o dia inteiro, sem que ninguém se dê conta, e é bom que assim o faça. Sim, você já pode viver à base de projetar tarefas, continuamente. Sim, você pode já vivenciar um estado de aprendizado constante. Mas nada como reservar, de modo especial e exclusivo, um quarto de hora ou dez minutos para cada função-alicerce da serenidade e da sabedoria, promotoras da segurança e da lucidez.

Você marca horário para tudo e com todos. Por que não marcar um encontro com a pessoa mais importante de sua vida: você mesmo(a), e para a resolução do que pode favorecer a solução de tudo mais?

Experimente começar, e se surpreenderá com os resultados, a médio e longo prazos. Terá, com esta disciplina aplicada, seus diários 30 minutos de bênção, que funcionarão à guisa de magneto, a atrair graças em abundância, para a sua e a existência de todos que ama e usufruem de sua direta ou indireta influência pessoal.

(Texto psicografado em 27 de junho de 2007. Revisão de Delano Mothé.)




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