Espírito Gustavo Henrique

13 de junho de 2007
 

Culto do Evangelho com Eugênia e Amigos – 15.

(Reflexão crítica do Dia dos Namorados e solução prática para auto-imagem negativa)


Benjamin Teixeira
e o espírito
Gustavo Henrique.


Como, há algum tempo, os bons espíritos não nos pediam publicássemos o que se passava em nossos cultos diários do Evangelho, distraímo-nos de anotar o que compulsávamos de livros clássicos. O fato é que, após nosso almoço, em minha residência, e terminadas as leituras habituais de estudo e meditação, desta última terça-feira, em torno dos Evangelhos sinópticos, de “O Evangelho segundo o Espiritismo”, de “O Livro dos Espíritos” e de uma obra de Chico Xavier / Emmanuel, o espírito Gustavo Henrique psicografou, através de minhas faculdades mediúnicas, mensagens de caráter pessoal, para os presentes, como sói acontecer nestas ocasiões, com os maravilhosos, como sempre, elementos comprobatórios da realidade do fenômeno imortalista, por tratarem de assuntos íntimos que aconteceram com os convivas, fora de meu conhecimento.

Dentre essas rápidas epístolas provenientes de além-túmulo, porém, consideramos duas dignas de serem trazidas a público, pelo seu tom de interesse geral. Uma, de reflexão crítica sobre o “Dia dos Namorados”; e outra, para um dos companheiros presentes, que dispensa maiores comentários, pela concisão e força de seus conceitos.

Seguem-se, pois.

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Hoje, “Dia dos Namorados”, deveria ser entendido, simbolicamente, como dia da exortação ao enamoramento: por causas justas, por um ideal de serviço, pela família, pela Espiritualidade, pelo conhecimento, por Deus!…

Pensa-se, nesta data das convenções sociais-comerciais, em tudo: sexo, Hollywood, romantismo piegas, presentes materiais, relacionamentos fugazes e/ou utópicos, frustrações eróticas…  Só não se dá tempo a cogitar do essencial, do real: DEUS e Sua Vontade; nossa vocação, como expressão d’Ela dentro de nós; nossa intuição, como barômetro e bússola, batuta e diretriz para nosso caminhar…

Meditem a respeito… A infelicidade é decorrente da ignorância e da ilusão…

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Como assim, amigo, sente-se mau filho? Não se feche em um conceito. Questione-o. Reformule-o. Transforme-o. E, se diz respeito a si mesmo: revolucione-o; mude sua conduta; eduque-se.

No seu “Culto do Ângelus” de ontem, dirigiu-nos (à nossa Comunidade) este apelo-lamentação – apelo de socorro; lamentação, por se supor enquadrado, inarredavelmente, a essa auto-imagem.

Você pode, por pequenas iniciativas, fazer grandes mudanças… no tempo(!), com o tempo!…
Espere pouco de si, mas faça (e se cobre) este pouco sempre, como, a exemplo: telefonemas semanais à genitora.

(Redação e psicografia de Benjamin Teixeira, em 12 de junho de 2007. Revisão de Delano Mothé.)




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