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Benjamin Teixeira O casamento é – ou pelo menos deve ser – uma expressão lídima da alma. Não é necessário haver convivas a uma festa faustosa, o que, inclusive, pode indicar um mau início para o que deve ter começo no coração dos nubentes. Quantos matrimônios, espetacularmente realizados, que apenas formalizam relações de pesadelo a dois? Casamento que não tenha começado antes da cerimônia, apenas entre os noivos, numa profunda comunhão de aspirações d’alma, não será verdadeiro, nem duradouro. Jungir interesses financeiros, sociais, políticos, acadêmicos ou econômicos nunca será a fórmula apropriada para relacionamentos satisfatórios de espírito a espírito, na compensação profunda de vibrações e energias do ser. Continue lendo Benjamin Teixeira
pelo espírito Eugênia. É necessário destacar aos prezados confrades e confreiras aqui presentes que o mais importante, em todas as questões da causa espiritista, é trazermos o Espiritismo para o âmago de nossos corações; seja na fala sincera com os entes queridos, em casa; seja na conversa amistosa, com os companheiros de trabalho; ou na interação respeitosa, numa cortesia sincera, em situações sociais, não apenas dissimuladas, portanto, no verniz social… – apenas para citar o aspecto “relacionamentos interpessoais” de nossas vidas. Continue lendo Adeja, agora, aos Altiplanos da Luz, porque, se não o fizeres, para Lá serás levado pelos acicates da cruz. Ou escolhes o caminho do amor, ou serás cruciado pelas vertentes da dor. Distende hoje o auxílio fraterno, porque a doação que negas ser-te-á roubada adiante: o remédio que deixas de doar será necessário a ti mesmo em breve, o alimento que não ofertas te faltará na alma, e o amor que recolhes ao peito ressecar-te-á o coração, ensombrecendo todas as tuas veredas. Continue lendo O universo conspira a favor daquele que se devota à própria consciência, com abertura ao novo e respeito ao antigo; com rigor na disciplina do trabalho e do estudo, e flexibilidade na adaptação a circunstâncias. Anacleto. (Texto recebido pelo médium Benjamin Teixeira, em 25 de outubro de 2006. Revisão de Delano Mothé.) Fonte: http://www.saltoquantico.com.br Benjamin Teixeira
pelo espírito Eugênia. Nesse momento de congratulação e de gáudio, de festejo e celebração da espiritualidade, em sua multifacética manifestação de Luz (*1), indispensável dizermos aos prezados amigos que mais do que recebermos o socorro do Alto, podemos nós mesmos nos fazermos representantes desta Luz. Como foi dito no final da preleção do nosso companheiro encarnado, um terço da comunidade humana, conforme expressão percentual apresentada por Chico Xavier, em seu clássico “Voltei” (*2), é componente do Plano Sublime de Vida, o que significa dizer que, entre vocês, prezados amigos encarnados, muitos são partícipes da Espiritualidade Superior, devendo, destarte, compenetrar-se desta responsabilidade. Ser componente da Espiritualidade Superior não é “se sentir superior”, na utilização do vernáculo comum. Na semântica da palavra “superior”, a acepção aqui utilizada é a de, tão-somente, indicar alguém mais desenvolvido, mais amadurecido, mais altruístico e menos egoísta. Continue lendo Quem vai aniversariar nesta quinta, 26, é o nosso “amigo coletivo” – como o chamam os milhares de seguidores e admiradores do Salto Quântico – Benjamin Teixeira. O líder espírita e médium está completando 36 anos de idade. “Benja”, para alguns amigos íntimos; “Mamin”, para familiares e mais chegados, tem 16 livros publicados, e seu programa, o mais antigo espírita da história da televisão brasileira, vai retornar à transmissão em rede nacional de TV, em horário nobre e por uma emissora comercial (Rede TV!). Pedimos um depoimento dele, a respeito da data, e de como avalia sua vida e a si mesmo, neste momento de sua reencarnação, e o reproduzimos abaixo, na íntegra (o texto foi publicado, parcialmente, na imprensa local). Continue lendo Benjamin Teixeira
pelo espírito Eugênia. Eugênia, uma perturbadora entrevista foi publicada em semanário nacional (*), com o filósofo norte-americano David Livingstone Smith sustentando a tese de que a mentira seria uma prática não só generalizada, como necessária à vida em sociedade, chegando a afirmar que quem mente com desenvoltura adquire maior sucesso e fortuna. De forma chocante, mas com bons argumentos, disse que as relações interpessoais seriam um caos, caso as pessoas se decidissem a falar sempre a verdade, com a suspensão, por exemplo, das pequenas mentiras que são ditas por boas maneiras. Por outro lado, alerta que existe a mentira patológica e/ou profissional, como a que costuma grassar entre políticos, que não deve ser confundida com a mentira “normal”. Em que medida esta tese pode ser moral e espiritualmente sustentada? Você poderia nos instruir com sua ótica sobre o assunto? Continue lendo |
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