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Diálogo sobre Escândalos na Política Nacional.
Benjamin Teixeira
em diálogo com o espírito Eugênia.
Eugênia, com relação aos escândalos em cascata no campo político brasileiro, poderia nos dizer algo? Se quisermos resolver a questão, de fato, somente uma reforma substancial do sistema democrático de eleições de líderes políticos viabilizará tal empreendimento de monta. Sei que apresento uma proposta ousada e, por ora, impraticável, no plano físico de vida. Mas soluções duradouras e exeqüíveis (sobremaneira em assunto tão intrincado e problematizado como o da política partidária na Terra) demandam respostas complexas, profundas, que considerem todas as causas envolvidas no drama estudado. Esse é o primeiro tópico. O segundo é o que todos os analistas respeitáveis têm dito reiteradas vezes: amadurecimento das instituições nacionais e educação mais larga da população, para que, respectivamente, tenham-se meios mais efetivos de se coibir a corrupção, e por outro lado, a população esteja melhor aparelhada para avaliar e escolher seus governantes, pelo instrumento do voto. Friso, porém, que uma resolução genuína neste terreno fértil de desmandos passaria por uma revolução do sistema eleitoral, já que, por ora, chega ao poder quem tem uma máquina publicitária mais bem aparatada para tanto. Obviamente, tal incongruência visceral, no sistema de justiça que se deseja instalar através da opinião expressa da maioria, fomenta toda ordem de abusos, no Brasil e nas melhores democracias do mundo, inclusive e principalmente no modelo máximo da atualidade, neste particular, os Estados Unidos da América. Que se poderia fazer? Atualmente, nada – digo: no sentido de aplicar-se imediatamente tal reforma, que seria inexeqüível. Seria indispensável, por exemplo, um mecanismo de triagem prévia dos candidatos, que checasse, além da competência para os cargos postulados, sua idoneidade moral, por uma banca interdisciplinar de profissionais, desde cientistas políticos, sociólogos, economistas, até (e mormente) psicólogos e psiquiatras, incluindo religiosos e pensadores de hombridade igualmente notória. Além disto, cursos obrigatórios (antes deste exame-mor ou concurso de competências fundamentais) deveriam ser freqüentados pelos que ambicionassem galgar o nível de responsabilidade ciclópica com o coletivo que a atividade política representa. Porque, se para se exercer qualquer profissão, com dignidade e um nível mínimo de excelência, existem as academias, como não seriam necessários tais cursos, num dos campos da atuação humana mais complexos e de mais extensa e grave responsabilidade, como o da política? Profissionais quase geniais deveriam ser requisitados para tal função de condução dos povos, com uma visão transdisciplinar de mundo, capacidade intelectual múltipla e espírito de grupo, de ideal, de humanismo e de liderança dificilmente encontráveis no homem comum que, exclusivamente movido por interesses pessoais, lança-se a pleitear um cargo público. Mas, na atual conjuntura sócio-cultural que vivemos no planeta, tal filtro prévio funcionaria mais para beneficiar grupos que propriamente para favorecer um peneiramento justo em busca dos adequadamente capacitados intelectual e moralmente para a posição. Lamentavelmente, por ora, teremos que ficar com os dois itens seguintes que citei: o fortalecimento das instituições – dando destaque especial ao Sistema Judiciário – e os investimentos maiores na educação do povo, em todos os níveis, não só a instrução formal, da primária à superior, como também a educação moral, religiosa e espiritual, o que tem se tornado precário nas nações desenvolvidas e, por sinal, constitui, por si só, tema para debates calorosos e longos, quanto à forma de se proceder a esta educação religiosa, que não deve tomar feição dogmática, piegas, sectarista (e, portanto, preconceituosa e perigosa, por insuflar antipatia e ódio entre segmentos sociais) ou, em última análise, até se tornar inócua. Sei que o tema é vastíssimo e nosso espaço é curto para um exame mais minucioso, como seria mais apropriado à delicadeza da temática. Mas deseja dizer mais alguma coisa a respeito? Não. Satisfeita. O que apresentei, apesar de sintetizado, demanda décadas de trabalho e evolução para as sociedades contemporâneas. A despeito disso, constitui tarefa com caráter de urgência, sobremaneira nesta era de grave crise e confronto entre civilizações, com toda ordem de abusos genocidas e de tragédias de proporções bíblicas que podem ser instigados, em se mantendo o presente “estado de coisas” nas relações entre povos, culturas e etnias distintas, que representam o aspecto internacional desta temática, de que preferimos focar mais, hoje, a face nacional. (Revisão de Delano Mothé.) 1. Lembre-se de que estamos com atualização de mensagens, neste site, também nos fins de semana e feriados. Assim, se tiver acesso à internet em casa ou lugares alternativos, colha, no sábado e domingo, os artigos mediúnicos que estaremos publicando, em nome dos sábios e bondosos orientadores espirituais. 2. Aproxime-se da Espiritualidade Superior você também, caro leitor, beneficiando-se de Sua sabedoria, proteção e amor. Freqüente as palestras gratuitas do líder encarnado do Projeto Salto Quântico, o médium Benjamin Teixeira, que acontecem no Espaço Emes, em Aracaju, Sergipe, às 19 h e 30 min de domingos, nas quais, além da inspiração dos Imortais em todos os tópicos abordados, ainda há a fala direta dos grandes mestres desencarnados da Espiritualidade, ao fim da reunião, através da psicofonia do orador espírita. A assiduidade semanal a atividades como esta, de busca coletiva de Deus e da Espiritualidade Sublime, é indispensável à consecução de nossos objetivos de paz, sabedoria e felicidade, em todos os departamentos de nossas existências. Prezado(a) amigo(a): Resolvi eu mesmo dar este informe do coração. Seu amigo Benjamin Teixeira. Fonte: http://www.saltoquantico.com.br
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