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Benjamin Teixeira
pelo espírito Eugênia.
4. A longevidade, no domínio da vida material, tem se expandido significativamente, dando origem a uma teia de intrincadas implicações, inclusive de ordem moral, que não podem mais ser adiadas e que devem ser faceadas com bom senso e pragmatismo, sem que se descure da ética e da espiritualidade. Quando as pessoas tinham uma expectativa de vida que circundava os 40 ou 50 anos de idade, era natural, por exemplo, que se propusesse que os laços matrimoniais fossem indissolúveis, para que as personalidades tomadas de paixões mesquinhas desenvolvessem a capacidade de estabelecer compromissos sérios e duradouros. E, ainda assim, em pleno século XIX, quando a longevidade humana, mesmo nos países mais civilizados, não ultrapassava o meio-século, Kardec endossou a necessidade do divórcio, como item indiscutível nas sociedades humanas, como se pode ver no capítulo XXII, item 5, deste mesmo livro (*1). Que dizer, então, quando a expectativa de vida orgânica caminha, largamente, na maior parte do globo, para 80, 90, 100 anos? Continue lendo Benjamin Teixeira
pelo espírito Eugênia.
1. Enxergar a vida de forma monocromática é altamente limitante e perigoso. Para quem tem uma perspectiva por demais linear da vida e de si mesmo, a existência constitui verdadeiro pandemônio de contradições e conflitos indissolúveis. Um suicida, por exemplo, não consegue, normalmente, divisar outra solução para seu problema a não ser a que tem em mente e lhe parece impossível, pelo que se desespera e comete o atentado supremo contra a própria vida. Continue lendo por Benjamin Teixeira.
Desde a mais tenra infância, apresentei tendências medianímicas. Filho único até os três anos de idade, era flagrado conversando com, nos dizeres do jargão da psicologia infantil: “amigos imaginários” (*). A questão é que, também dotada de mediunidade ostensiva, minha mãe igualmente entrevia os companheiros desencarnados com quem eu entabulava longas conversas, e, deste modo, nunca me desestimulou as conversações, ao identificar meus interlocutores como seres do bem. Continue lendo Benjamin Teixeira Eles estão por toda parte e se reconhecem pelo olhar. Em meio a uma clínica psiquiátrica, há grandes missionários da saúde mental, esforçando-se por aplacar a dor mastodôntica dos distúrbios psíquicos, tanto quanto há pacientes em vias de transformação profunda, sofrendo a “emergência espiritual” (*) que lhes transfigura a atmosfera íntima. Continue lendo Benjamin Teixeira Dentre 18 departamentos que hoje compõem o Projeto Salto Quântico, o mais importante e maior é o de Divulgação e Edição, somente ele com 26 componentes, responsáveis por diversos segmentos de ação, como os que trabalham na equipe de televisão, os que integram a direção e operação de eventos, na imprensa e relações públicas, os que agem nos Estados Unidos (rádio, imprensa e programação de palestras), os que labutam na edição dos livros e mensagens do site, os que operam na ciber-infraestrutura – do próprio site e das comunidades “orkutianas” relacionadas ao Projeto. Atualmente, o diretor deste núcleo vivo central Continue lendo Benjamin Teixeira
Que idéia é esta de culpa em relação à sua mãezinha, que o aturdiu hoje? D’onde a tirou? Fique em paz. Se ela age de modo a constrangê-lo e manipulá-lo em suas decisões e nas escolhas que faz em sua própria existência, a culpa, em verdade, é dela, de quem não deve, portanto, seqüestrar, já que tem ótima função educativa para ela, enquanto, não sendo sua, só lhe pode fazer mal. “Dar a cada um o que é seu”, um dos princípios universais definidores de Justiça, também diz respeito a estas ordens de culpa e medo raptados. A Justiça se apresenta desta forma, portanto, também, ou deveria assim se manifestar, quando não lhe atrapalhamos os trâmites: deixando com cada criatura a culpa que lhe cabe, sem tomá-la para nós, por amor que seria, então, vicioso, mais constituindo medo ou perda de bom senso. Continue lendo Benjamin Teixeira Nota Introdutória: Este diálogo é o primeiro de três fascículos, de natureza não-mediúnica, pois que eu mesmo sou o autor das respostas (embora, obviamente, como em toda atividade pública de nossos trabalhos espíritas, sob inspiração dos orientadores desencarnados), na condição de líder encarnado do Projeto Salto Quântico. Como alguns questionamentos que se fazem em torno de minha pessoa e de meu trabalho, na direção do Projeto – hoje a maior organização espírita do Estado –, merecem esclarecimentos, por serem justos e pecarem apenas por falta de informação acerca da atividade que desempenho, convoquei três equipes do Salto Quântico, quais sejam: as dos Departamentos de Edição e Divulgação, de Pesquisa e Registro e de Relações Públicas (representadas nas figuras de seus diretores respectivos: Delano Mothé, Úrsula Rangel e Cristiane Carmelo), para que me formulassem perguntas, de molde a elucidar as mais comuns indagações e controvérsias a meu respeito, bem como as atinentes à obra de valor inestimável que a sábia e amorosa Eugênia, mentora espiritual do Projeto Salto Quântico, realiza por meu intermédio. Continue lendo |
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