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Benjamin Teixeira Minha querida filha Sophia (*2): Os homens são difíceis – oh, se são! Mas nós também, de modo diferente, porém. Na aproximação dos sexos e dos caracteres, descobrimos das mais magníficas oportunidades de crescimento e de comunhão. Eles são o estímulo, cheios de vida e ação; nós: a fermentação salutar, que propicia a germinação, o crescimento e o aprofundamento de todos os processos de criação e realização. Que seríamos de nós, mulheres, sem eles, e vice-versa? A sociedade amadurece. Os pólos psicossexuais já não são tão claros. As mulheres são mais dinâmicas, assertivas e ativas. Os homens, mais sensíveis, intuitivos e pacatos. Entretanto, a polarização ainda existe, e mais do que se imagina. A nós mulheres, ainda hoje, em pleno terceiro milênio, cabe a maior parcela de compreensão, sacrifício e devotamento, pelas nossas naturais propensões ao sentimento, à abnegação, ao silêncio e ao amor incondicional. Sei que isso pode soar extremamente anacrônico, em plena era pós-revolução sexual, mas, se me ouvir com a voz do coração, compreender-me-á. Mesmo se avaliar o que digo de uma perspectiva mais profunda, ainda que meramente intelectiva, também apreenderá o que quero dizer. E isso porque não estou sendo machista, justamente porque, ao dizer que nos cabe, como almas femininas, maior parcela de responsabilidade nos relacionamentos interpessoais, digo-o exatamente por sermos mais amadurecidas psicológica e moralmente e por portamos, inclusive, maior envergadura evolutiva que a média de nossos pares masculinos na Terra. Continue lendo Benjamin Teixeira Credulidade é ruim. Fé é essencial. Se você valoriza a razão e a lógica, o raciocínio frio e o espírito crítico, isso é ótimo! – continue assim: será mais lúcido e menos passível de erros graves que se não for. Todavia, não imagine que, para ser maduro, inteligente e sábio, em níveis de excelência, possa dispensar o exercício da espiritualidade própria, porque ela constitui o coroamento das percepções mais avançadas do ser humano, uma construção complexa do grande poder de abstração das mentes mais desenvolvidas, aptas a enxergar além das aparências, e concluir além das premissas mais óbvias. Pense em Deus e seu cérebro funcionará melhor. Crie uma relação com Deus e suas chances de alcançar a plenitude centuplicarão. Ignore o Espírito, e estará se fadando à infelicidade. (Texto recebido em 27 de julho de 2004.) (*1) Nos próximos dias 2, 3 e 4 de agosto, Benjamin Teixeira estará proferindo duas palestras e realizando um seminário na cidade de São José do Rio Preto, São Paulo. Se você desejar obter mais dados a respeito, telefone para: (17) 236 1208; (17) 3217 9078 ou (17) 9774 8465. (*2) Hoje, dia 29 de julho de 2004, o programa Revolução completa 3 anos de transmissão em rede nacional de televisão, pela Rede Brasil (antiga TVE-Rio), o único fora do eixo Rio-São Paulo-Curitiba, o que bem revela o desígnio divino e não propriamente mérito de nossa equipe. O programa existe desde janeiro de 1994, tornou-se regional em 1995 (transmitido em pool com a Bahia) e passa à dimensão internacional, sendo transmitido nos Estados Unidos, no estado de Connecticut, a partir do próximo mês. Benjamin Teixeira Você tem muitos motivos para ser feliz: Certamente apresentei, tão-somente, uma undécima parte das enormidades de bênçãos em sua vida por que pode se sentir grato(a) e bem-aventurado(a). Não preciso citá-las, mas você deve enumerar para si mesmo(a), a fim de que possa ter consciência de sua própria fortuna e saber que você, de fato, é um(a) abençoado(a) de Deus, protegido(a) por Seu infinito amor, por toda parte. (Texto recebido em 27 de julho de 2004.) (*) Nos próximos dias 2, 3 e 4 de agosto, Benjamin Teixeira estará proferindo duas palestras e realizando um seminário na cidade de São José do Rio Preto, São Paulo. Se você desejar obter mais dados a respeito, telefone para: (17) 236 1208; (17) 3217 9078 ou (17) 9774 8465. Benjamin Teixeira Tudo na vida tem um porquê, e isso é dito como um bordão vernacular. Entrementes, gostaríamos de expender alguns conceitos, em torno deste axioma popular. Existem muitas linhas de significação, para cada ocorrência do cotidiano. Ou seja: há múltiplas dimensões de causação, finalidade e conteúdo, em cada fenômeno encontradiço no dia a dia. Quando pretendermos entender alguma coisa, alguma pessoa, algum processo, desdenhemos das perspectivas unilateralistas, exclusivistas, necessariamente errôneas – ao menos por incompletas – e concentremos todos os esforços no sentido de, dentro do possível, adotar o maior número de ângulos de observação, concomitantemente, para que então tenhamos uma apreensão de conjunto mais próxima do que de fato o “objeto” observado é. Eis que, por exemplo, os estudiosos de psicologia avançada fazem alusão aos “coex’s”, sigla inglesa para: “experiências condensadas”. Um coex’s se manifesta de diversas formas: num trauma intra-uterino, num trauma peri-natal, num trauma infantil, adolescente ou mesmo na vida adulta. Um coex’s pode provir inclusive de experiências angustiosas e conflitivas de pregressas existências. Cada escola de psicologia remete a uma dessas dimensões da realidade, a uma fatia do fenômeno completo (necessariamente holossomático) do coex’s, o padrão que se manifesta de múltiplas formas. Continue lendo Benjamin Teixeira A criatura, para receber o dom da proteção divina, percebe a manifestação de Sua Providência de múltiplas formas, simultaneamente. São as interconexões dimensionais da Divina Assistência que, em conjunto, num concerto harmônico, agem em favor da criatura, convergindo na direção do benefício que lhe é ofertado. Por exemplo: alguém que precise ser exortado a desenvolver disciplina, recebe um pai severo como progenitor, é conduzido a instituição de ensino em que a disciplina é mais uma vez ressaltada e acaba estabelecendo consórcio matrimonial com pessoa de perfil psicológico severo. Por todos os lados, assim, vamos encontrar, de acordo com o nosso grau e natureza de necessidade evolutiva, sugestões para o(s) mesmo(s) ponto(s) de aprendizado. Em vez de entendermos que se trata isto de uma confluência para a dor inapelável, interpretemos essa vivência curiosa, estas coincidências aparentemente negativas, como sendo uma das maiores epifanias em nossas vidas, como uma das maiores evidências de que a Divina Providencia não nos deixa ao léu da sorte, ao bel-prazer de circunstâncias fortuitas, mas que, desde pequenos eventos do cotidiano, até grandes ocorrências do destino, tudo converge para o mesmo ponto: o crescimento do ser, em suas áreas específicas de maior necessidade evolutiva. Atentemo-nos, destarte, para não blasfemar, justamente quando mais deveríamos agradecer. Fiquemos alerta, porque existe amiúde a “Mão” de Deus, onde supomos haver a desgraça e o desespero. Levantemos os olhos aos céus e adotemos sempre o prisma otimista, porque todo pessimismo denota, inevitavelmente, um erro de foco, já que estamos num universo de amor e paz divinos. E se estamos enganados em nossa perspectiva, corrijamo-la imediatamente, não porque devamos fazê-lo, como uma obrigação moral, mas porque nos convém, ao representar uma postura mais inteligente, mais realista e, principalmente, um rumo que favorece nosso próprio bem estar para agora mesmo. (Mensagem recebida psicofonicamente, em 13 de julho de 2004, em reunião mediúnica fechada do Centro Salto Quântico, gravada e transcrita por Paulo Ricardo Feitosa.)
Benjamin Teixeira A base do pensamento é a estrutura cognitiva da fé, embora a dúvida metódica seja um dos alicerces fundamentais do raciocínio e do modo de leitura racionais e científicos da realidade. A dúvida, apesar de útil na triagem de elementos infomacionais e conceituais, paradoxal e concomitantemente, constitui outrossim um padrão vicioso das mentes ocidentais, um processo auto-destrutivo dos fluxos e processos criativos da psique, que mediocrizam e amesquinham todas as percepções da mente humana. E se descermos aos alicerces de sistemas mais cotidianos de avaliação e pensamento, mais ainda veremos a fé se apresentar, em todos os sentidos, como uma necessidade de sobrevivência e crescimento de indivíduos e comunidades humanas. Confiança nas instituições bancárias e no Estado; crédito que se remete a casas de ensino ou autoridades religiosas; fé que se confere, quase de modo cego, a pais, filhos, cônjuges e outros entes queridos. A vida, em sociedade, seria inviável, se não houvesse o exercício contínuo da fé de todos os seus partícipes, a quase todo tempo. Sendo assim, o indivíduo exageradamente analítico, esquece-se, por conta da preocupação em demasia com a dissecação da realidade, de apreender-lhe os grandes conjuntos, a totalidade que constitui a verdadeira identidade dos fenômenos. Olvida a alma incauta de que o todo é sempre a soma das partes e algo mais; e que este algo mais é a sede da essência de todas as coisas. Continue lendo
Benjamin Teixeira Ao fazermos um preparo, no exercício da culinária, muitas vezes os alimentos, em estado original, são cozidos, para que adquiram uma textura mais macia e mais palatável. Da mesma forma, para retemperarmos os elementos constitutivos da psique, necessário se faz valorizarmos o fogo das provações purificadoras e transformadoras, bem como os condimentos também imprescindíveis das crises existenciais diversas, que nos apresentam perspectivas novas às experiências primárias, pobres de significado. Quando adquirimos uma introvisão suficientemente profunda, para apreendermos esse processo, na existência humana, partimos do desespero surdo para um paradoxal agradecimento pelas experiências expiatórias, já que se sabe, de antemão, que os efeitos dos processos morais dolorosos são benéficos e, portanto, sempre alvissareiros. Sem pretendermos fazer apologia à dor, compreendamos que se for ela inarredável, faz-se assim um presente de Deus, uma dádiva misteriosa que será desvelada em tempo oportuno, quando tivermos condições de extrair a pérola oculta que subjaz na concha do sofrimento, a pérola de um novo nível de consciência, de novas informações, que alarguem os horizontes da inteligência e dos sentimentos e nos mostrem uma vida mais feliz e mais plena. (Mensagem recebida psicofonicamente, em 13 de julho de 2004, em reunião mediúnica fechada do Centro Salto Quântico, gravada e transcrita por Paulo Ricardo Feitosa.) |
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