Cartas da Espiritualidade Amorosa

9 de maio de 2003
 

Carta aos Companheiros de Ideal Espírita.

Benjamin Teixeira
pelo espírito
Eugênia.

Prezado companheiro do ideal espírita:

Você é dotado de mediunidade?
Então, pode contactar guias espirituais e entidades amigas, espalhando alegria e amor, esclarecimento e segurança, por onde passa.

Não possui faculdades mediúnicas mais acentuadas?
Sabe que os mentores o acompanham ainda assim, e que pode, por via inspirativa, canalizar-lhes os ensinos, consolos e bondade, espargindo, da mesma forma, sabedoria e paz por onde estiver.

Jaz adoentado e triste? Amigos intangíveis insuflar-lhe-ão forças novas, propiciando-lhe o soerguimento, para que não deixe inacabadas tarefas importantes planificadas para a atual existência física que você desfruta.

Teme sofrer um acidente de trânsito, contrair moléstia incurável e sofrer ruptura brusca de sua presente encarnação? Isso não acontecerá, a não ser que aja como um suicida, ou que, de fato, tenha concluído as atividades e funções que lhe trouxeram à baila da crosta terrestre.

Você segue plantando amor… um telefonema amigo, uma carta afetuosa, um e-mail gentil e polido, uma visita fraterna, um aperto de mão caloroso, um sorriso sincero, um momento de atenção genuína, uma tarde de caridade num asilo, num orfanato, num hospital, solidarizando-se com anônimos, dá apoio financeiro a desprovidos da sorte ou a entidades filantrópicas idôneas… e nota que suas forças se renovam, que sua vida se ilumina, que seus dias se enchem de alegria e de felicidade… de amor e de paz… percebendo claramente que a melhor face da lei do carma é justamente criar créditos de amor, em vez de ficar computando débitos de temor…

Você sabe que Deus é amor… infinito amor, que só quer o seu bem e de todas as criaturas, para já e não para outras existências, dentro ou fora de corpos físicos. Você sabe que é imortal, que seus entes queridos também vão viver para sempre… que tudo acontece para o bem geral e individual, e que, por fim, todos evoluem, tornando-se cada vez mais felizes, até o ponto do mergulho definitivo, num dia longínquo, no êxtase inefável da felicidade perfeita… em Deus!…

Bem… você me falava sobre alguma coisa desagradável em sua vida… O que foi mesmo?

(Texto recebido em 8 de maio de 2003.)




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