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Benjamin Teixeira Olá, Dr. Demétrius. Eugênia me falou que teria algo a falar sobre a consciência humana? Sim. Existem diversos graus de consciência, e, de acordo com o nível de interesses e necessidades, aspirações, medos e tendências, teremos uma noção aproximada de com quem nos relacionamos e de quem nós próprios somos. Quais seriam esses níveis? Seremos um pouco arbitrários, na criação dessa taxionomia evolutiva, mas eis aqui nossa proposta de estratificação da hierarquia desenvolvimentista da consciência humana: Continue lendo Benjamin Teixeira Quer você um roteiro para ser feliz? Observe o seu mundo interior. O que sua consciência, sua intuição e seu coração pedem, em uníssono? Observe bem o que disse: em uníssono. Porque, amiúde, a voz da consciência pode ser confundida com a voz do preconceito; a intuição com palpites obsessivos ou compulsivos; e, por fim, o coração pode ser enovelado nos carretéis das emoções desregradas. Todavia, quando as três forças estão em comum acordo, eis que se estabelece o império da verdade para o indivíduo: a síntese perfeita da verdade pessoal. Continue lendo por Benjamin Teixeira. Como gostaria de ler isso, se acompanhasse o projeto Salto Quântico a relativa distância, e por autorização e pedido dos mentores espirituais, a que sirvo, dentro de minhas numerosas limitações, resolvi trazer a público, mais uma vez, um pouco de minha biografia pessoal. Aos 19 anos, me sentia um velho. Desde os 12, sofria fortes chamados místicos para a vida religiosa, que me faziam, inclusive, acordar, sobressaltado, na calada da noite, em meio a cenas indefiníveis de devoção e ascetismo que me aturdiam a mente adolescente. Lia, desde o ínicio da fase “teen-age”, aqui ou ali, textos a respeito de assuntos espirituais-esotéricos. Uma sensação tremenda de peso parecia me esmagar os ombros. Já era espírita, desde os 17. Resolvi visitar Chico Xavier. A presença do Avatar (*2) irradiaria para mim, certamente, alvitres diretos ou ao menos telepáticos do que fazer. Continue lendo Benjamin Teixeira Querido amigo do ideal espírita e cristão: Você não pode dar uma mensagem brilhante para alguém? Dê um sorriso e um aperto de mão, um abraço caloroso e um momento de atenção. Você não consegue renunciar a tudo, pela causa do Evangelho? Você não consegue sublimar todas as forças de sua alma, para os planos da transcendência? Na verdade não precisa se fazer muito, mas fazer-se algo pelo bem e fazer sempre. Continue lendo por Benjamin Teixeira. Logo após o crepúsculo de 24 de fevereiro de 1978, uma gigantesca bola laranja-avermelhada surgiu no horizonte aracajuano: era o início de uma noite de lua cheia. Minha tia materna Selma, hoje já há quase vinte anos desencarnada, dirigia seu fusquinha verde, e eu ia sentado no banco do passageiro, ao seu lado. Tinha completado 7 anos, quatro meses antes. Enxugava, furtivamente, lágrimas que não se continham em ficar nos olhos. Desolação. Mamãe acabara de ter o seu último nenê: avisara isso claramente. E se “Mauricinho” ou “Faustinho” não nascesse, teria que me conformar em ser o único menino em uma família de meninas: três meninas – um terror para uma garotinho. E… tragédia das tragédias… meu companheirinho de folguedos infantis não viera… e sim uma tal de Olivia! Ahg! Mais uma menina!… Continue lendo Benjamin Teixeira Teria algo a falar sobre fantasia? A fantasia funciona como um constructo mental, que recompõe tecidos perdidos ou degenerados na mente. Pode também funcionar como anti-depressivo e como um excelente instrumental para ruptura de padrões mentais inadequados, ao menos em caráter provisório, como um paliativo para transformações mais profundas, substanciais, que devem ser empreendidas posteriormente, quando as circunstâncias e o estado mental permitirem. É uma forma, por fim, de descansar-se da realidade dura que se vive, descansar-se de si mesmo, descansar-se de uma pressão existencial que, por alguns momentos, pode se fazer insuportável. O mal da fantasia está quando perturba o mundo da produção e do trabalho, mas não há nada de mal haver um ponto de suspensão de contato com a realidade, a fim de que se possa, no campo imagético, auferir forças para viver-se nela mesma (na realidade), com maior inteireza e saúde integral. Continue lendo Benjamin Teixeira Não adianta se lamentar por não ter controle da mente: a mente é incontrolável. Você deve discipliná-la, nutri-la corretamente, educá-la, mas jamais dominá-la: isso é um impulso do ego, sempre sujeito a terríveis decepções. Não se pode apreender um pôr do sol no cativeiro. Mas é possível fotografá-lo ou registrá-lo na tela de um artista. Não adianta frustrar-se por reconhecer que não está mantendo linearidade na vida: a vida é imprevisível, complexa em seus múltiplos fatores funcionais, de modo que nunca se sabe o quê e quando, como e com quem exatamente acontecerá isso ou aquilo. Deve-se fazer, sim, um aproveitamento criterioso de oportunidades, de modo a não desperdiçar um único ensejo de aprender, realizar e se transformar para melhor, no empenho por cumprir a missão que se trouxe ao mundo, o propósito de se estar vivo na Terra. Continue lendo |
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