Espírito Eugênia-Aspásia

18 de outubro de 2001
 

Os Caminhos Maravilhosos da Consciência.

Benjamin Teixeira
pelo espírito
Eugênia.

Pequenos sinais lhe dão nota de que está no caminho certo. A paz de consciência, o sentimento de dever cumprido, o equilíbrio das emoções, a sensação de bem estar contínuo, de prazer em viver. Quem anda conturbado não está no caminho de Deus para si.

Siga o que seu coração lhe pede, e estará sempre em paz e feliz. Não há necessidade de lutar contra forças titânicas, nem de viver um martírio constante. Mas apenas esforço e continuidade, trabalho e dedicação, no campo do ideal, de seus princípios, de suas metas de vida.

Seria possível encontrar outras formas de felicidade, sim, se quisesse, mas isso não é necessário, se você sente que sua alma lhe diz estar no caminho certo. Não queira muito ou poderá perder o pouco satisfatório que já tem hoje. Deve procurar aprimorar-se, sim, mas não inchar, em termos de poder, de posses ou de desejos saciados – esses são os caminhos mais fáceis e rápidos para a frustração e a falta de alegria de viver. Você não precisa de mais excitantes e sim de mais plenitude, felicidade e paz. E somente pelo reto cumprimento dos deveres que sua consciência lhe aponta, pelo seguimento rigoroso das intuições do ideal que lhe vêm à mente, como serviço a ser prestado a seus irmãos em humanidade, pela ligação a Deus em prece e em devotamento contínuo à prática do bem é que encontrará essa trilha de ventura.

Você não precisa se negar prazeres, mas não priorizá-los à felicidade. E a felicidade está no caminho da consciência. As pessoas costumam supor que a consciência é a voz da recriminação, do tédio, da culpa. Isso não se trata da consciência, mas da voz do superego, do sistema de valores convencionados na vida em sociedade, nem sempre em consonância com a voz do espírito, com a voz de Deus. A consciência é a voz do Eu Verdadeiro, da Totalidade, da sua verdadeira identidade, do núcleo mais puro do seu si. Sendo assim, ouvi-la é a trilha mais certa para a bem-aventurança e a paz.

(Texto recebido em 16 de outubro de 2001.)




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